sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Namaste Method



Quero compartilhar algo que acredito que é uma crença pessoal poderosíssima que pode mudar a forma de uma pessoa viver a vida, interagir com pessoas, homens e mulheres... Talvez você nunca tenha imaginado que fosse ler sobre isso num blog de PU...

Deus está dentro de todos nós, todos nós somos filhos de Deus.


Bem, se você é ateu, ou se acredita em qualquer outra coisa, tudo bem, pode encarar como um frame. Ainda assim, essa crença irá funcionar para você, se "agir como se". Diz William James: aja como se, e será. Funciona porque se você olhar para as pessoas gostando delas, agindo "como se" elas tivessem Deus dentro delas (mesmo que isso não fosse verdade...), elas tenderão a se abrir para você... Homens, mulheres, crianças, todos...

Essa crença é compartilhada por muitas pessoas no mundo e é poderosa.Mas esta é uma crença real minha, mas não vou entrar em detalhes sobre ela aqui, embora, num papo pessoal, eu possa dizer por que acredito nisso, mas não quero fazer nenhum proselitismo neste blog, apenas compartilhar meus pensamentos com meus amigos e, se possível, nos ajudarmos no caminho...

Experimente isso essa noite. Ao sair na noite, imagine que todos ali estão unidos por um fio condutor, todos são filhos de Deus, uma grande família de gente muito diferente... talvez isso mude de alguma forma nosso jeito de agir com as mulheres.

Faça isso e me conte depois como foi. NAMASTE!

P.S. Para quem não está familiarizado com a terminologia hindu, NAMASTE é uma saudação hindu que significa
"O Deus em mim saúda o Deus em você".

Mensagem às mulheres



"Não posso
Não é possível
Digam-lhe que é totalmente impossível
Agora não pode ser
É impossível
Não posso.
Digam-lhe que estou tristíssimo, mas não posso ir esta noite ao seu encontro.

Contem-lhe que há milhões de corpos a enterrar
Muitas cidades a reerguer, muita pobreza pelo mundo.
Contem-lhe que há uma criança chorando em alguma parte do mundo
E as mulheres estão ficando loucas, e há legiões delas carpindo
A saudade de seus homens; contem-lhe que há um vácuo
Nos olhos dos párias, e sua magreza é extrema; contem-lhe
Que a vergonha, a desonra, o suicídio rondam os lares, e é preciso
reconquistar a vida
Façam-lhe ver que é preciso eu estar alerta, voltado para todos os caminhos
Pronto a socorrer, a amar, a mentir, a morrer se for preciso.
Ponderem-lhe, com cuidado – não a magoem... – que se não vou
Não é porque não queira: ela sabe; é porque há um herói num cárcere
Há um lavrador que foi agredido, há um poça de sangue numa praça.
Contem-lhe, bem em segredo, que eu devo estar prestes, que meus
Ombros não se devem curvar, que meus olhos não se devem
Deixar intimidar, que eu levo nas costas a desgraça dos homens
E não é o momento de parar agora; digam-lhe, no entanto
Que sofro muito, mas não posso mostrar meu sofrimento
Aos homens perplexos; digam-lhe que me foi dada
A terrível participação, e que possivelmente
Deverei enganar, fingir, falar com palavras alheias
Porque sei que há, longínqua, a claridade de uma aurora.
Se ela não compreender, oh procurem convencê-la
Desse invencível dever que é o meu; mas digam-lhe
Que, no fundo, tudo o que estou dando é dela, e que me
Dói ter de despojá-la assim, neste poema; que por outro lado
Não devo usá-la em seu mistério: a hora é de esclarecimento
Nem debruçar-me sobre mim quando a meu lado
Há fome e mentira; e um pranto de criança sozinha numa estrada
Junto a um cadáver de mãe: digam-lhe que há
Um náufrago no meio do oceano, um tirano no poder, um homem
Arrependido; digam-lhe que há uma casa vazia
Com um relógio batendo horas; digam-lhe que há um grande
Aumento de abismos na terra, há súplicas, há vociferações
Há fantasmas que me visitam de noite
E que me cumpre receber, contem a ela da minha certeza
No amanhã
Que sinto um sorriso no rosto invisível da noite
Vivo em tensão ante a expectativa do milagre; por isso
Peçam-lhe que tenha paciência, que não me chame agora
Com a sua voz de sombra; que não me faça sentir covarde
De ter de abandoná-la neste instante, em sua imensurável
Solidão, peçam-lhe, oh peçam-lhe que se cale
Por um momento, que não me chame
Porque não posso ir
Não posso ir
Não posso.

Mas não a traí. Em meu coração
Vive a sua imagem pertencida, e nada direi que possa
Envergonhá-la. A minha ausência.
É também um sortilégio
Do seu amor por mim. Vivo do desejo de revê-la
Num mundo em paz. Minha paixão de homem
Resta comigo; minha solidão resta comigo; minha
Loucura resta comigo. Talvez eu deva
Morrer sem vê-Ia mais, sem sentir mais
O gosto de suas lágrimas, olhá-la correr
Livre e nua nas praias e nos céus
E nas ruas da minha insônia. Digam-lhe que é esse
O meu martírio; que às vezes
Pesa-me sobre a cabeça o tampo da eternidade e as poderosas
Forças da tragédia abastecem-se sobre mim, e me impelem para a treva
Mas que eu devo resistir, que é preciso...
Mas que a amo com toda a pureza da minha passada adolescência
Com toda a violência das antigas horas de contemplação extática
Num amor cheio de renúncia. Oh, peçam a ela
Que me perdoe, ao seu triste e inconstante amigo
A quem foi dado se perder de amor pelo seu semelhante
A quem foi dado se perder de amor por uma pequena casa
Por um jardim de frente, por uma menininha de vermelho
A quem foi dado se perder de amor pelo direito
De todos terem um pequena casa, um jardim de frente
E uma menininha de vermelho; e se perdendo
Ser-lhe doce perder-se...
Por isso convençam a ela, expliquem-lhe que é terrível
Peçam-lhe de joelhos que não me esqueça, que me ame
Que me espere, porque sou seu, apenas seu; mas que agora
É mais forte do que eu, não posso ir
Não é possível
Me é totalmente impossível
Não pode ser não
É impossível
Não posso."

Mensagem à Poesia - Vinicius de Moraes

É assim que me sinto quando dou adeus a uma mulher, em nome de todas as outras que ainda não conquistei. Essa poesia bem poderia ser a de um Casanova, um Don Juan, com o coração partido, mas indo embora para não destroçar o coração de uma mulher que se apaixonou por ele. Quantas vezes interrompi relações que me davam prazer porque poderia magoá-la mais...

Sei que Vinicius viveu o mesmo martírio, quando seu amor sincero por uma mulher acabava, não por sua vontade, mas porque é da natureza do amor incandescer e morrer... e a dor de partir e deixar o coração de uma bela e doce mulher arrasado para trás... ah, essa é a condenação sisifiana de um Casanova, um sedutor natural... somos assim, destinados a amar demais, a fazer amar, a conquistar, a sofrer e fazer sofrer, e ter prazer... possuir e perder... mas sempre deixando a melhor memória e marca possível no coração de uma mulher.

Essa é a ética de um sedutor natural, que ama as mulheres. Por outro lado, são tantas almas gêmeas que não me sinto à vontade com apenas uma... então... desculpe-me, eu quero, mas não posso ir essa noite ao seu encontro... há amigos a visitar, mulheres a conquistar, montanhas a escalar, SOIS a fazer, tantas camas me esperando, mulheres insatisfeitas com seus casamentos, amores, namorados, vidas... e eu preciso libertá-las... Seria egoísta pertencer a apenas uma. Há uma dor no coração de um sedutor natural, de um amante ideal, uma perda em cada mulher que ama e precisa deixar...

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A canção de Adonis



O que é o caminho de um PUA? descobri uma velha canção que fala de como vejo minha vida. Quando ouvi a música, pensei: sou eu! Paixões de Sísifo, repetições de Adonis, um misto de veneração a Vênus, o drama com Perséfone, a liberdade dionisíaca do caçador na floresta com seus amigos... e o ciclo se repete, ad infinitum... o eterno retorno de Nietzsche, a vaidade das vaidades do Pregador, a dialética dos opostos universais...

Por tanto amor, por tanta emoção
A vida me fez assim
Doce ou atroz, manso ou feroz
Eu, caçador de mim
Preso a canções
Entregue a paixões
Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar longe do meu lugar
Eu, caçador de mim

Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Longe se vai sonhando demais
Mas onde se chega assim
Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim

Nada a temer
Senão o correr da luta
Nada a fazer
Senão esquecer o medo
Abrir o peito à força
Numa procura
Fugir às armadilhas da mata escura

Vou descobrir o que me faz sentir
Eu, caçador de mim

domingo, 14 de setembro de 2008

Odisséia de Adonis


Uma bela noite com aquilo que gosto: som que curto (phunk, hip hop, soul), amigos pua e não pua, cerveja da boa e gelada, uma vibe ótima e mulheres atraentes...

Começamos, como sempre, com um pré night lá em casa, com a presença dos ilustres Jasão (chamado Jason, sexta feira 13), Feijão (Free Rola), Milord (Ou Milady), Gambler (ou Cazuza). Bebemos vodka com redbul, cerveja e comemos pipoca, enquanto falávamos besteira e eu comentava de meu projeto já nada secreto do comunismo sexual, uma espécie de swing só para puas e suas HBs. Muitas gargalhadas depois, nos ligando o Alucard (alocado) puto, porque havíamos combinado o pré night lá, e ele havia preparado pizza e muita cerveja pra gente. Ele estava obcecado por abrir sets, e nós por diversão sem compromisso. Ele foi na frente com o Roger, novo PUA, e a gente foi comer um cachorro quente no posto.

No posto, eu, que ando muito inspirado ultimente, por conta de minhas releituras das artes carismáticas, puxei assunto com uma linda indiana (ou pelo menos parecia), com o gancho de uma bela camisa indiana psicodélica, na fila do caixa. Papo informal, comentando a camisa e relacionando com minha história com a filosofia hindu. Peguei o telefone e vazei com a galera pra Lapa, rumo ao teatro Odisséia.

Fila enorme, com muitas gatas, e uma tal festa PHUNK com uma proposta interessante de som e uma galera de boa vibe. Preço bom (os amigos universitários agradecem). Feijão e Milord ainda foram ver como estava o Rio Scenarium, mas a fila era impraticável...

Lá entrando, achei o som legal, mas ainda vazio. Com alegria reencontrei meu brother Alucard, que, apesar de suas obsessões MM, é sangue bom, e um obstinado PUA. Tirando a PU, é um cara legal.;>) Tava lá o River também, que fui descobrir que, apesar de ser bem quieto, é um bom camarada e bom wing...

Saímos da muvuca da pista de dança, de onde acho que não ia sair nada demais, e fui dar uma volta com os moleques no andar de cima, um lounge. Ao tirar uma foto da galera, pedi a uma bela menina que tirasse a foto... será que vocë tem talento? vamos ver. Zoei muito a menina por causa da demora em tirar foto. O fato é que depois, por algum motivo que não recordo, acho que perguntei qual era o seu talento, e ela disse que descobriu a poesia, depois de um coração partido... Ela me recitou a poesia dela, e eu a minha... eu reconheci e apreciei sua sensibilidade, e nisso a vibe já estava indo do platônico para o pessoal. Não durou muito, porque os amigos a arrastaram para longe, para nos encontrarmos algum tempo depois...

No bar, tomando uma Original, Alucard avisa que havia uma loira dando "IOI". Eu viro e imediatamente a chamo para ouvir o papo que eu levava com o Gambler, que estou descobrindo ser um grande cara, com muitos pontos em comum. Era a minha poesia que eu acabara de recitar para a fotógrafa. A menina me escuta atenciosamente, numa boa vibe. Depois, papeamos, falo de coisas de que gosto, de como gosto de receber massagens e de mulheres que me levam café da manhã na cama...

Depois, eu a levo para um lugar mais tranquilo, faço perguntas abertas, descubro tanta coisa que temos em comum: o signo, a sensibilidade, o amor aos livros, tudo gerando tópicos de assuntos que eu adorava, e que aumentavam a sensação de que tínhamos afinidade.

Lendo as mãos dela, e juntando com o que sabia de seu signo e ascendente, deduzi o quanto ela era romântica e, ao mesmo tempo, conservadora... e que gostava de mandar... isso foi material de muitas gozações e correlacões com pontos em comum comigo.

Ficamos jogando sinuca, eu, ela, Gambler e uma amiga... no meio do jogo comento algo e a beijo... uma escalação. Jogo divertido, ela jogava bem, embora o ás fosse o Gambler... os beijos e abraços fogosos entre os intervalos das jogas indicavam uma clima erotizado no ar. Em breve estava escalando para uma vibe sexual, depois de tantas afinidades descobertas com a minha garimpagem. EU disse a ela que a queria sequestrar, mas sabia que era cedo... depois fui mais claro, quando vi que os amigos estavam indo embora, e a chamei para conhecer minha gata e me fazer uma massagem nas costas.

Sorrindo, querendo e ao mesmo tempo em dúvida, depois de alguma resistência cedeu...fomos lá para casa, tomamos cerveja, nos massageamos e depois estávamos nos amassando e ela me levou até a minha cama... hilário... fizemos amor deliciosamente, eu envolvimento emocionalmente por aquela canceriana com ascendente em virgem e especialista em Finanças.

De manhã, tomamos café na cama e depois fizemos amor de novo. Almoçamos junto e parecia que tínhamos assunto para tudo, e éramos tão parecidos... falávamos de viagens, da vida e da morte, de livros, de sua carreira como bailarina, de nossos dilemas e horror por rotina...

Era era uma menina memorável!!! Ah, como é bom ser carismático!

sábado, 13 de setembro de 2008

Artes carismáticas passo a passo




Obter comprometimento ( Fazendo uma Pergunta Muito aberta)
Criar vácuo
Recompensar o esforço (Declaração de Apreciação)
Relacionar a resposta às próprias emoções e histórias
Repetir o ciclo ou escalar


Uma vez começando a conversa de alguma forma, o passo seguinte é lançar uma pergunta aberta e gerar um vácuo.

Essa pergunta deve ser uma grande questão que exija uma resposta ampla. Algo amplo o suficiente que faça ela discorrer por um tempo. Nada de perguntas que demandem respostas curtas como sim ou não, Londres... você mora aqui? Quantos anos tem? Qual seu nome?

Deve ser uma pergunta para a qual eu tenha uma resposta divertida e inusitada, que trate de emoções e não de coias, algo que eu tenha a dizer e que goste, pois, provavelmente, de início ela não ira respondê-la.

Se eu perguntar por perguntar, isso soa como apenas estar puxando assunto sobre um assunto que não me interessa, algo que, definitivamente, é sinal de um cara de pouco valor.

Algumas perguntas que eu faria para mim mesmo e já teria uma resposta pronta...

Eu:Fiquei curioso sobre você... me conte um pouco sobre sua história.
Ela: Ah como assim? Não sei...
Eu: Ok, vou contar um pouco da minha... eu sou um maníaco por festas, um serial killer das nights... eu tenho um grande dilema existencial... ao mesmo tempo que amo a noite, adoro baladas como sambas, forrós, eletrônica e house, sendo um boêmio incorrivel, sou também maníaco por atividades que se fazem durante o dia: escaladas, surf, caminhadas, rapel. Ainda não consegui resolver isso e estou fazendo análise para resolver esse dilema (rindo).
E você, me fale um pouco de sua vida. (refaço a pergunta aberta, com novo vácuo).

Outras perguntas abertas:
Se sua vida fosse um livro, o que estaria escrito na orelha?
Se sua vida fosse um filme, como seria o trailer?
Me fale um pouco o que sente sobre "algo que ela tenha dito".
Como é viver em tal lugar? Como é a vida de uma enfermeira?
Qual a sua especialidade quando não está trabalhando?


Esses são exemplos. Lembre-se de falar e perguntar sobre emoções e sentimentos e opiniões dela, não sobre as coisas em si. E esteja pronto para dar a sua própria resposta, e que seja algo que você esteja à vontade para falar.

Quando ela responde, ela faz um esforço, um investimento. O que nós queremos é usar essa resposta para construir conexão. Para isso, devemos encarar esse aproveitamento da resposta como um garimpo, onde procuro extrair algo valioso (para mim) do que ela diz, algo que se relacione à minha vida, aos meus valores, ao que amo, gosto e sinto. Quando faço isso, gero uma conexão, a essência da arte carismática. Ela começa a sentir que tem coisas em comum comigo...

Assim, todo carismático é um garimpeiro, e a forma de escavar é fazer perguntas abertas. Esteja de olho para reconhecer e apreciar uma pedra preciosa quando aparecer. Na verdade, toda vez que ela fizer um esforço, devo recompensá-la, Apreciando o que é único,positivo, especial no que ela disse.


Ela: Eu sou uma cdf que adoro estudar e não gosto de sair muito...
Eu: Legal isso de vc ser estudiosa, eu aprecio mulheres intelectuais...

(Relaciono com algo que gosto ou da minha própria história ou emoção)...
Inclusive, quando era moleque era muito estudioso, mas as meninas não gostavam muito dessa qualidade e preferiam os moleques bagunceiros...Acho que acabei cedendo e hoje, apesar de ainda ser um CDF, me tornei um arruaceiro
[uma certa desqualificação].

[Repetir o ciclo: fazer pergunta aberta-recompensar-relacionar].

E vc, me conte uma história em que tenha aflorado seu lado menina rebelde?

Blablabla

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Jogando tênis com as mais belas tenistas do mundo




Sou um jogador de tênis. É assim que defino a arte carismática, uma forma natural e fluida de me relacionar com as pessoas, em especial com as mulheres, mas pode ser usada para todas as interações sociais. Uma arte em que deve haver troca, adição recíproca de valor, balanceamento de esforços, mútuo investimento, enfim, uma real transação, interação, relacionamento.

Praticar esta arte com uma bela mulher é como jogar tênis com uma campeã de tênis. A diferença é que sempre o saque inicial é meu, nunca dela. E, se jogar mal, o que acontece muito no início, a bola não passa nem da rede...

Estou estudando de novo essa arte e quero fazer um pequeno resumo desse estilo natural de se conectar às pessas.

Abrir...
Obter comprometimento ( Fazendo uma Pergunta Muito aberta)
Criar vácuo
Obter Resposta
Recompensar o esforço (Declaração de Apreciação)
Relacionar a resposta às próprias emoções e histórias
Repetir o ciclo: fazer pergunta aberta-recompensar-relacionar
Criar rapport (divertir-se)
Declarar um motivo para Escalar (Platônico-Pessoal-Sexual)
Transicionar de uma vibe platônica para pessoal
Transicionar de uma vibe pessoal para sexual
Construir tensão sexual
Obter informações estratégicas
Declarar Interesse Sexual Condicionado
Fechar ("Nocaute")


É só isso!!! Agora vou compartilhar meus sentimentos, pensamentos e experiências sobre cada tópico deste apaixonante estilo carismático de me relacionar.

Abrir (situacional, flopsy, foco, etc)
A primeira escalada. Aqui começa o jogo, liga-se o "on". Como homem, tenho que tomar a liderança, a iniciativa. Se quero uma mulher, tenho que conquistá-la, não esperar que ela venha até mim.

A princípio, não demonstro interesse pessoal por ela, a não ser que queira fazer o jogo direto, o que faço às vezes. Nesse caso, estou indo a la Zan, natural e homem o suficiente para declarar meus interesses logo em princípio. Mas isso não é a arte carismática...

De qualquer forma, o motor para abrir deve ser uma mulher que me atraia o suficiente... essa atração será a energia para se escalar. Ela não precisa ser a dez dos outros, tem que ser a minha dez, uma mulher que me interesse sexualmente. A não ser que queira me manter apenas numa vibe platônica ou pessoal, sem escalar para a sexual. Esses níveis anteriores é o que se podem usar com qualquer pessoa.

Para abrir, tenho que estar no agora, fluindo, atento ao momento, ao que a situação está me dizendo, e seguindo meus desejos e emoções. Uma dica importante é deixar que o umbigo, e não a cabeça, me conduza... o umbigo é um novo centro de controle, não racional, mas instintivo, próximo ao chacra sexual, ligado às emoções mais fortes e poderosas. A idéia é sentir pelo umbigo, deixar-me fisgar pelo umbigo, "falar pelo umbigo", isto é, me guiar pelo meu lado dionisíaco e baco, não pelo lado racional na sedução.

O material da PU sou eu. Parece aquela frase do Rei Luis XV, o Rei-Sol francês: "O estado sou eu". Eu sou uma fonte inesgotável de rotinas, materiais, histórias, emoções, opiniões. Eu sou uma força da natureza. Minha perspectiva de mundo é única e singular e minha sarge é uma história contada em primeira pessoa. Minha vida é um livro, um filme onde sou o protagonista, o personagem principal, e quanto melhor e bem narrado for essa minha história, melhor.

Assim, como protagonista da minha sarge, presto atenção aos meus próprios sentimentos, pensamentos e opiniões que vêm a minha cabeça naquele momento e compartilho com a pessoa com quem estou interagindo.

Da mesma forma, esse jogo é uma partida de tênis, não um jogging. Preciso do outro para interagir. A sarge é de mão dupla, e da mesma forma que sou o protagonista da minha história, a sarge é um convite ao outro para ser protagonista de uma história compartilhada que começa no momento em que abro. A abertura é uma claquete, o primeiro capítulo do livro, a primeira cena do filme. Como começa ele? No metrô, na rua, no trem, no sinal de trânsito, na boate, no bar, na igreja? O filme é meu, a história eu decido onde vou viver. Mas preciso do outro para jogar esse jogo social.

Isso me consola, porque, ao mesmo tempo que sou uma fonte inesgotável de histórias, ela também é. Preciso dela se abrindo para que ela possa falar, fazer coisas que justifiquem meu interesse por ela... Por isso ela tem que gostar da minha história e queira fazer parte dela...

Posso usar ganchos dados pelo ambiente ou pelo que a pessoa está falando, usando, fazendo. (Situacional). Ex: se ela está com uma tatuagem, comentar, perguntar o que significa, etc.

Foco: Ir até onde o foco da pessoa está. Ex: ela está lendo um livro, eu comento, associo a algum livro que leu, pergunto do que se trata, etc)

Flopsy: Esse bichinho peludo que todo mundo pára pra ver, ou aquela criança no colo para quem todo mundo sorri desperta uma reação automática das pessoas. Ao invés de andar com um coelhinho ou gatinho por aí, posso prever o comportamento de uma pessoa em algumas situações, antecipar-me ao que a pessoa vai fazer e estar lá, no seu futuro foco à sua espera...

Exemplo: a pessoa vai sentar no metrô e eu coloco o jornal guardando e digo a ela, com um sorriso: eu estava guardando para você...rs

(Continua algum dia em que eu estiver com tempo e inspirado)...;>)

Esta manhã eu estava no metrô e vi uma bela menina de óculos, branquinha, que deu vontade de conversar... Resolvi segui meu umbigo... ela estava em pé, ao meu lado, no metrô, lendo um folheto sobre ética profissional. Lembrei de que sou facilitador de ética no meu trabalho e comentei isso com ela... e perguntei por que diabos ela estava lendo aquilo. Ela disse que ia fazer prova da OAB segunda e estava estudando...

Direito, estudos, livros, temas que me interessavam e que eu poderia relacionar facilmente à minha vida: relacionei com a quantidade de mulheres advogadas que namorei, além de estar cercado de advogados entre amigos, como se o fato de quase ter sido advogado (pensei nisso, mas desisti pela Psicologia ( um novo campo de assunto que eu adoro mencionar...)

Como uma retroescavadeira, uma pergunta aberta retira do interior de uma mulher seus pensamentos, sentimentos, narrativas, personalidade... tudo são possíveis tópicos de assuntos que posso relacionar a emoções e temas da minha própria vida.

Dali, apreciei o fato de que ela fosse tão estudiosa, porque eu também tinha sido assim na infância.... (Recompensa pelo esforço dela respondendo de forma tão pessoal às minhas perguntas)

Não lembro dos detalhes, mas usei essa estrutura de fazer perguntas abertas, que me davam respostas ricas, para seguir num papo fluido...

Dali já estávamos numa vibe pessoal e ela me comentou an passant que tinha um namorado. Informação estratégica... fui em frente, e depois comentei, para escalar de novo, que tinha gostado do papo e que merecíamos nos falar mais. Puxei a idéia de um chopp, mas ela disse que seria complicado por causa do namorado, que morava com ele, blablabla. Eu estava chegando no trabalho e sorri, dizendo que esperava encontrá-la de novo no metrô!

Refletindo ao reler meu próprio relato, acho que aqui faltou dar um motivo mais consistente para escalar: não bastava dizer que gostara do papo, eu precisava dizer POR QUE gostei tanto do papo que queria continuá-lo depois... O PORQUÊ é essencial, e isso pode ter sido um outro motivo (além da situação afetiva, talvez) para que ela tenha declinado do convite...

Mas foi delicioso fluir desta forma... here I go!

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Mulheres e amantes



Enfim saí novamente a sargear com o Alucard. Apesar de sua obsessão pelo Mystery, o Alucard é o meu fiel escudeiro nas sarges, está sempre disponível, desde que seja no Baixo Gávea ou em alguma boate perfeita para "abrir sets". Às vezes ajo como ele a la MM, mas logo vejo que meu jeito hoje me chama para abordagens mais fluidas como Juggler Method. Por outro lado, apesar de admirar um cara como o Zan, pelas atitudes de um homem natural, ele não tem um método, como o Juggler tem.

Fomos a The House na terça, e eu estava sedento por sarges. Já fazia umas semanas que não saía com ele. Estava a fim de colocar em prática um insight que tive aquele dia, lendo o Juggler e associando com algumas crenças pessoais. Acho que interpreteu à minha maneira um truísmo de que, antes de transar, as mulheres pensam em uma forma de chutar o traseiro dos caras, de eliminá-los. Depois de transarem, o jogo muda: elas tentam justificar para si mesmas o fato de terem dormido com o cara. E ele é que quer partir. Assim...

Sendo sincero, depois de todo o investimento inicial que fiz para chegar ao "fim do jogo", grande parte da ansiedade, do desejo e do glamour acaba. Depois do sexo e do orgasmo, olho para o lado e vejo uma mulher rendida, que já conquistei. Uma sensação de fadiga e um ar blasé me toma. Às vezes, depois de um tempo de repouso, a vontade volta e transamos novamente... pode ser que não a queira ver mais... pode ser que, depois de ir embora, sinta vontade de repetir a dose. Mas nunca será como a primeira vez, quando ela mandava no jogo e eu tive que seduzi-la e conquistá-la, reduzir suas defesas a pó.

A idéia é bem simples. Ao olhar uma mulher atraente, trate-a como sua amante. Que já a conquistou antes.

Com esse espírito bati papo com várias mulheres lindas aquela noite, e escalei fácil de um opener para uma personal vibe e depois para um SOI com duas hermosas aquela noite... uma chilena e outra francesa... o papo fluiu fácil, com toda expressão de minha natureza divertida e jocosa, às vezes. Infelizmente, não as comi pela segunda vez aquela noite, mas não estava preocupado, porque tinha comido todas as mulheres gostosas da The House e elas não significavam muito para mim...:>)

Aja como se já fosse, e será... essa é a lei básica do funcionalismo de William James. É o tal princípio da atração tão badalado hoje em dia... Zan diz que sente que todas as mulheres são suas meninas, e que toda mulher atraente que encontra ele sente que está a fim dele... é apenas um frame divertido, diz ele, mas funciona. É o mesmo princípio, que fortalece a auto-confiança e diminui o estar obcecado por resultados. Deixa a gente livre para sermos nós mesmos... o sexo se torna uma consequência, algo que pode rolar de novo ou não. Provavelmente rolará de novo, se já rolou a primeira vez. Esqueça isso, divirta-se. O resto virá. E se não vier, NEXT!

Essa idéia se parece muito com a frase do Ovídio que encabeça meu blog, escrita em A Arte de Amar: "esteja intimamente persuadido que podes conquistar todas as mulheres, e elas serão suas. Terás apenas que lançar suas redes." Indo além de Ovídiö: estejas intimamente persuadido de que todas as mulheres já são suas, e elas serão.

Trata-se de um simples, mas poderoso frame of mind. Use, e me conte como foi.Acredite. A fé remove montanhas. Aja como se já fosse o que você quer ser, e será.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Perséfone, Vênus e Adonis



Na mitologia grega, Perséfone ou Coré corresponde à deusa romana Proserpina ou Cora. Era filha de Zeus e da deusa Deméter, da agricultura, tendo nascido antes do casamento de seu pai com Hera.

Quando os sinais de sua grande beleza e feminilidade começaram a brilhar, em sua adolescência, chamou a atenção do deus Hades que a pediu em casamento. Zeus, sem sequer consultar Deméter, aquiesceu ao pedido de seu irmão. Hades, impaciente, emergiu da terra e raptou-a levando-a para seus domínios (o mundo subterrâneo), desposando-a e fazendo dela sua rainha.

Sua mãe, ficando inconsolável, acabou por se descuidar de suas tarefas: as terras tornaram-se estéreis e houve escassez de alimentos, e Perséfone recusou-se a ingerir qualquer alimento e começou a definhar. Deméter, junto com Hermes, foram buscá-la ao mundo dos mortos (ou segundo outras fontes, Zeus ordenou que Hades devolvesse a sua filha). Como entretanto Perséfone tinha comido algo (uma semente de romã) concluiu-se que não tinha rejeitado inteiramente Hades. Assim, estabeleceu-se um acordo, ela passaria metade do ano junto a seus pais, quando seria Coré, a eterna adolescente, e o restante com Hades, quando se tornaria a sombria Perséfone. Este mito justifica o ciclo anual das colheitas.

Perséfone é normalmente descrita como uma mulher de cabelos claros, possuidora de uma beleza estonteante, pela qual muitos homens se apaixonaram, entre eles, Pírito e Adônis. Foi por causa deste último que Perséfone se tornou rival de Afrodite, pois ambas disputavam o amor do jovem, mas também outro motivo era porque Perséfone tinha inveja da beleza de Afrodite. Embora Adônis fosse seu amante, o amor que Perséfone sentia por Hades era bem maior. Os dois tinham uma relação calma e amorosa. As brigas eram raras, com exceção de quando Hades se sentiu atraído por uma ninfa chamada Menthe, e Perséfone, tomada de ciúmes, transformou a ninfa numa planta, destinada a vegetar nas entradas das cavernas, ou, em outra versão, na porta de entrada do reino dos mortos.

Entre muitos rituais atribuídos à entidade, cita-se que ninguém poderia morrer sem que a rainha do mundo dos mortos lhe cortasse o fio de cabelo que o ligava à vida. O culto de Perséfone foi muito desenvolvido na Sicília, ela presidia aos funerais. Os amigos ou parentes do morto cortavam os cabelos e os jogavam numa fogueira em honra à deusa infernal. A ela, eram imolados cães, e os gregos acreditavam que Perséfone fazia reencontrar objetos perdidos.

Conta-se, ainda, que Zeus, o pai da Perséfone, teve amor com a própria filha, sob a forma de uma serpente.

Apesar de Perséfone ter vários irmãos por parte de seu pai Zeus, tais como Ares, Hermes, Dionísio, Atena, Hebe, Apolo, entre outros, por parte de sua mãe Deméter, tinha apenas um irmão, Pluto, um deus secundário que presidia às riquezas. É um deus pouco conhecido, e muito confundido como Plutão, o deus romano que corresponde a Hades. Preciosas informações retiradas de antigos textos gregos, citam que Perséfone teve um filho com Zeus: Sabásio, era de uma habilidade notável, e foi quem coseu Baco na coxa de seu pai.

A rainha é representada ao lado de seu esposo, num trono de ébano, segurando um facho com fumos negros. A papoula foi-lhe dedicada por ter servido de lenitivo à sua mãe na ocasião de seu rapto. O narciso também lhe é dedicado, pois estava colhendo esta flor quando foi surpreendida e raptada por Hades. Perséfone, com Hades, é mãe de Macária, deusa de boa morte.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

The blind seduction gurus


Being a psychologist and passionated about literature, beauty, women and people in general, I used to read a lot about these subjects since my teens. And, before knowing Zan, Mystery, Juggler and any guy from the seduction community, I´ve presented lots of times ago to ancient literature guys like the latin poet Ovidio (Art of Love and Metamorphoses), Casanova (Memories), Kierkegaard (Diary of a Seductor), Chordelos de Laclos (Dangerous Liaisons) and, ultimately, Greene (Art of Seduction). They were my personal gurus.

Only after reading that intuitive seducers, I discovered that so called PU, but I were a "natural seducer" before that. Why hells I want more and continue reading this stuff? Because I love reading and writing... And I used to say that I wanted the best women, but now I understand I want the best me.

That´s why I have a personal aspiration to create a unique view of attraction and seduction that works to me in my daily life. Every single day I test all that crazy ideas in real life... Some are terrible, and I change my mind... what works I use as a personal belief till another better one. They make sense to me... I´ve dated some wonderful grils because that... or not... maybe these ideas will work with another crazy guy in this forum, maybe... but if not... It was funny to live this way... And I want more of life...

The amasing is noticing that some antagonist views of attraction and seduction are just different approaches to the same reality. As the metaphor of the seven blind guys touching different parts of a elephant, and everyone guessed that a different animal.

Now, it´s your time to make some contributions to my personal views... or just make me smile, pirate! Yours

Giacomo Baco

Quote:
Originally Posted by Liontamer
What do you think after having spent all this time with theories that it just comes down to this basic principles?
This is an honest question and at the same time it makes me feel good. Do not get me wrong. You are further in your evolution than me. I am in the process of getting to that point.

Today I read about testosterone the male sexual hormone. It also contained the question of bad boys getting all the girls and if being alpha all the time is the "way". After reading it it was clear to me that the answer lies within myself. It is what I want to see will become. I want to be my relations with women to be exactly like that.

Today you made a big contribution to my beliefs. Thank you!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Quereres



Donde quieres revólver soy madero
y donde quieres dinero soy pasión
Donde quieres descanso soy deseo
y si soy sólo deseo dices no
Donde no quieres nada, nada falta
y donde vuelas bien alta, soy alud
Donde pisas el suelo mi alma salta
y gana libertad en la amplitud

Donde quieres familia soy zarpado
y donde quieres romántico, burgués
Donde quieres La Boca soy Belgrano
y donde quieres eunuco, calentón
Donde quieres el sí y el no, tal vez
y donde ves no vislumbro yo razón
donde quieres un lobo, hermano soy
y si quieres cowboy, soy taiwanés

Ah! bruta flor del querer
Ah! bruta flor, bruta flor...

Donde quieres el acto soy espíritu
y si quieres ternura soy ciclón
donde quieres lo libre, decasílabo
y si buscas un ángel, soy mujer
Donde quieres placer soy el dolor
y donde quieres tortura, curación
donde quieres hogar, revolución
y si quieres policía, soy ladrón

Yo quería quererte, amar tu amor,
construirnos dulcísima prisión
y encontrar la más justa adecuación
todo métrica y rima y no dolor
Mas la vida es real y aquí tenés
la celada que nuestro amor me armó
Yo te quiero (y no quieres) como soy
No te quiero (y no quieres) tal cual es

Ah! bruta flor del querer
Ah! bruta flor, bruta flor...

Donde quieres comicio yo soy vicio
y donde quieres romance, rock'n'roll
Donde quieres la luna soy el sol,
donde pura natura, insecticidio
Y donde quieres misterio soy la luz
donde quieres un canto, el mundo entero
donde quieres cuaresma soy febrero
y donde quieres santero, soy obús

Tu querer y tu estar deseando, al fin,
lo que en mí es de mí tan desigual
me hace quererte bien, quererte mal,
bien a ti, mal a tu querer así
infinitivamente personal
Y queriendo quererte yo sin fin
aprender al quererte, así, el total
del querer que hay y del que no hay en mí.

(Caetano Veloso)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Todo mundo tem um preço




Uma das grandes sacadas do Juggler é que uma interação é como uma transação comercial, onde ambos os lados devem investir na relação de forma balanceada, e que um cara de valor só demonstra interesse por uma mulher que tenha se esforçado para ganhar esse interesse.

Mystery e todo o M3 se baseiam nessa teoria do valor também, onde um alfa é um cara de alto valor percebido no meio social (para o Mystery, valor de reprodução e sobrevivência), e que todo alfa busca se ligar com uma mulher também alfa, isto é, que possa agregar alto valor (basicamente de reprodução, para o Mystery).

A verdade é que o valor está no centro de toda a atração. Essencialmente, portanto, um alfa é um cara com o maior valor possível. Para a mulher, basta que ela perceba esse valor. Para mim, trata-se de efetivamente acreditar ter esse valor, e cada um deve empreeender sua própria jornada pessoal para reconhecer e desenvolver seu valor.

Isso leva a algumas considerações adicionais. Tudo que tem muito valor tem um preço equivalente, o que me remete a outra idéia do Juggler que desenvolvo aqui. Ser o tal prize ou ser o prêmio significa ter um preço equivalente ao valor que tenho. Se sou um cara de alto valor, não me dou de graça, para uma mulher me ter ela precisa pagar um preço por isso, como faria com qualquer coisa valiosa. E, de fato, qualquer coisa de baixo preço é automaticamente associado com baixo valor: ninguém acredita num Ferrari de graça, e o fato de um Ferrari custar 1 milhão aumenta o seu valor percebido.

Assim, é importante que eu tenha a real noção de meu alto preço, e me trate dessa forma, com alta estima (trocadilho com auto-estima) e alta apreciação.

A palavra preço é fundamental, e o verbo apreciar também. A primeira coisa que tenho que fazer é reconhecer meu preço, me precificar de forma condizente com meu alto valor. Isto significa que só saio com mulheres em que reconheça alto valor, ou que, de alguma forma, paguem o preço para me ter, isto é, se esforcem, se comportem e digam algo único e que me agrade.

Um cara de alto valor é natural, espontâneo, transparente e honesto: ele não tem medo de ser quem é, nem de expressar livremente suas opiniões e sentimentos, mesmo que outras pessoas possam reprová-lo por isso (mesmo que tenha que perder uma mulher de alto valor por isso).

Um cara de alto valor é sociável, carismático, relacional, e isso advém de sua vibe autoconfiante, que se expressa livremente e, sobretudo, que dá valor, e não busca valor de outros. Uma pessoa que reconhece o valor de outras sem que isso a diminua é uma pessoa de alto valor.

Um cara de alto valor, portanto, é apreciador do valor de outras pessoas. Por ter alto valor, ele está acostumado a interagir e transacionar com pessoas de alto valor, e esperar TROCA de valor numa relação.

Esse conceito também é importante: TROCA DE VALOR. Toda interação é troca. Se tenho valor, sou generoso em reconhecer valor, mas espero retribuição: quero receber valor em troca. Especificamente,duas pessoas se mantém numa relação quando esta ADICIONA VALOR a ambos. Quando todos saem ganhando numa transação, isso é um relacionamento balanceado, e esse é o princípio de uma pu sadia.

Falando mais da apreciação, ou do reconhecimento do valor de outros. Isso é uma idéia do 3M, do Juggler e mesmo do Zan. Equivale à minha metáfora do PUA como um garimpeiro, ou como um mercador de ricas pérolas e pedras preciosas, ou um ourives: um PUA é um especialista em reconhecer e apreciar o valor das outras pessoas. Esse valor pode ser intrínseco, a beleza, o caráter, a personalidade, ou algo que a pessoa tenha feito por merecer, um esforço. Fazer as pessoas (especialmente as mulheres, em se tratando de PU) se expressarem livremente e garimpar, dessas pedras, o que é precioso (de valor) é o trabalho básico do PUA.

Em seguida, ao reconhecer o valor demonstrado por uma mulher, isso justifica eu escalar, demonstrar interesse autêntico, apreciando e recompensando seu esforço. Neste ponto, tanto Mystery quanto Juggler falam da qualificação da mulher, o que enseja uma mudança de fase, uma janela aberta para a escalada.

O fato é que estou escrevendo porque penso que atinei com uma verdade simples, não muito óbvia para muitos, e que é como uma revelação para mim. E isso aproxima as abordagens aparentemente antagônicas dos naturais e dos que praticam o indirect game.

I studied and practiced Mystery Method for some months last year, with great results. Then, when falled in love with my girlfriend, it became incongruent with my passionate state playing games, and I started to read Juggler and Zan to develop a better relationship. It carried me to a new view of seduction, as something born in my own singular nature and value, and, simultaneosly, in the unique self of others, specially women.

One of the great insights of the Juggler Method is that an interaction is like a business transaction, where both sides should invest in the relationship in a balanced way, and that a "alpha" guy only shows interest in a woman who has made some effort to win his interest.

Mystery Method and the entire M3 is based on that theory of value also, where an "alpha" is a guy of high value, as perceived in the social environment (to Mystery, reproduction and survival value), and all alpha men are seeking to connect with a woman also "alpha", which could add high value to him.

In Zan´s view of seduction, a alpha, or, as he calls, a natural seducer, is not worried with being the prize or the alpha. Actually, he is secure of his own sexuality and value, and is able to look outside, searching for value in women - to him, every woman has a natural value, laying in her beauty and singular presence and in her way of flowing in this world.

The truth is that the value is at the heart of the whole attraction process. In essence, therefore, a natural is a guy with the greatest possible value perceived by others. For me, each one must go throughout his own personal journey to recognize and develop their own value.

This leads to some additional considerations. Everything that guy has high value has a equivalent cost or price, so it´s required a effort to get him. It carries me to another Juggler´s idea that I develop here.

Being such a "prize" means to have a price equivalent to the amount you have. If I am an expensive high-value guy, she must pay a high price to deserve me. And indeed, anything of low price is automatically associated with low value: no one believes in a Ferrari for free, and the fact that a Ferrari costs 1 million increases its perceived value.

It is essential that I have a real idea of my high price, and treat myself this right way, with high esteem (pun with self-esteem) and high appreciation.

Pricing correctly is essential. The first thing I have to do is recognize my price, so my price must be consistent with my high value. This means that only get laid with that women that I recognize to have high-value, or, in some way, wants to pay the price to get me, that is, to please me, to make a effort, and being or behaving in a way that meet my high stands.

One natural seducer is natural, spontaneous, honest and transparent: it is not afraid to be who is not free to express their opinions and feelings, even if others can desqualificate him because of his ideas(even if you have to lose a woman for that reason).

He is sociable, charismatic, relational, and that comes from his self vibe, which is expressed freely and, above all, a attitude of giving value, that does not seek value of others. A person who recognizes the value of other without feeling worse than them is a high value guy.

He appreciates the value of other people. For having high value, he is accustomed to interact with people and sharing high value, and expect benefits and increasing of value to him in a relationship.

This concept is also important: EXCHANGE OF VALUE. Every interaction is exchange. If I have value, I am generous in recognizing value, but I hope that it´s reciprocal: I want to get value in return. Specifically, two people remain in a relationship when it adds value to the both. When all win in a transaction, this is a balanced relationship, and that is the principle of a healthy interaction.

Speaking more of the assessment, or the recognition of the value of others. This is an idea of 3M, the Juggler and indeed Zan. Equal to my metaphor of the PUA as miner , a rich merchant of pearls and precious stones, or a goldsmith: a PUA is an expert in recognizing and assessing the value of other people. This may be intrinsic value, the beauty, character, personality, or something that the person has done by merit, an effort. A seductor miner makes people (especially women, in the context of PU) express freely her unique being and diggers these stones, getting which is valuable (in value). That is the basic work of the PUA.

Then, when recognizing the value shown by a woman, this justifies I scalate, showing genuine interest, appreciating and rewarding their efforts. At this point, both Mystery and Juggler speak about qualificating women, which justifies a phase shift, a open window to climbing.

Zan, otherwise, simply says that when a natural seducer sees a woman passing by him, he just follows his own desires and approaches her. Her inherent value as a woman, her female sexuality, her beauty, is a strong afrodisiac, a magnetic fource he can´t resist but meet her.

That´s a simple truth, not very obvious to many, and that is as a revelation to me. This view joins the apparently antagonistic approaches of natural and indirect game in a unique view of seduction.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Descendente de guerreiros - Zan Perrion



Vamos fazer uma breve viagem ao passado distante. Não um percurso vago, mas um percurso específico - um que nos levará ao longo de um percurso muito interessante, um caminho que consideramos muito raramente, ou nunca.

Para começar, vamos tentar imaginar o que o mundo em torno de nós era, digamos, há mil anos atrás. Ok, agora vamos ver ... com um pouco de licença, nós podemos dizer que esta foi praticamente a vez na história quando as primeiras sementes de amor cortês foram semeadas, quando trovadores estavam apenas começando a escrever poemas líricos e conceitos abstratos como a cavalaria, e quando cavaleiros estavam apenas começando a entrar em seu próprio país. Então, sim, este é um excelente lugar para começar a nossa viagem.

Agora imagine um homem de pé sobre a terra há muitos anos atrás. Esse homem, algures na terra, e mil anos atrás, tinha um filho, que então passou a ter um filho, que também teve um filho, que, por sua vez, teve um filho, e assim por diante, todo o caminho para baixo através da séculos. Estes homens, todos eles criadores, produziram uma linha muito direta e distinta de pais e filhos, todo o caminho até a idade moderna.

E, mais especificamente, todo o caminho para baixo até você.

Ah, esqueci de mencionar que o homem que você deve imaginar mil anos atrás é o seu antepassado direto? Bem, vamos imaginar agora. Como é que ele se parece? O que foi que ele estava vestindo? Que tipo de pessoas estavam em volta dele? E que terra era essa onde ele estava de pé? E enquanto você está pensando nessas questões, considere esse excelente pensamento: cada um de nós que vive hoje tinha antepassados que viveram na terra há milhares e milhares de anos atrás, na verdade há alguns milhões de anos.

Por isso, ele está lá. Esse homem era seu sangue. Você é o seu legado. No decorrer e através destes muitos anos entre você e ele, esse distante antepassado em uma terra distante, é uma longa linha ininterrupta de pais e filhos, criadores, os homens que, em última análise, criaram o que você é hoje.

E agora vamos refletir sobre os muitos milhares de homens que foram contemporâneos deles que não têm descendentes diretos vivo hoje. Em outras palavras, algures nos últimos mil anos, eles ou seus filhos, filhas e seus descendentes não deixaram descendentes.

A implicação, é claro, é que você tem o sangue dos vencedores que circulam nas suas veias. Pense nisso por um minuto. Seus antepassados tinham a força e a coragem e imaginação para criar. Contra todas as probabilidades - vida curta, baixas esperanças, guerras, cruzadas, fomes, perseguições, pragas e pestilência - eles perseveraram.

Eles ganharam.

Através de todos os séculos, o obscurantismo medieval, o Renascimento, a Reforma eo Iluminismo, através dos incríveis períodos de Exploração e Colonização, através da Idade vitoriana, da era industrial, através da Guerra Civil e guerras mundiais, através da Era da Informação, todo o caminho para você.

Você, meu amigo, tem o sangue dos campeões.

Seus pais eram aventureiros, pioneiros, e guerreiros ... guerreiros que se situaram em uma batalha com uma espada.

sábado, 19 de julho de 2008

Levando um fora na esportiva



As mulheres não são muito diferentes de nós no que se refere à atração. Pelo menos, não no que diz respeito aos mecanismos inconscientes que a fazem se atrair por um tipo específico de cara (ou de mulher!!!!)

Por acaso uma mulher pode ser acusada de culpada por se sentir atraída por um tipo particular de cara, de gostar de um tipo de estilo, de corpo, de rosto, de atitude, de beleza?

Se ela gosta de caras com dinheiro ou fama, se elas curtem caras divertidos, carismáticos, sociais, alfas? Elas foram programadas para isso por sua biologia milenar e pela cultura. Tanto ela é responsável como nós, homens hetero, podemos ser responsabilizados por nos atrairmos por um tipo especial de mulher, com um quadril assim ou assado, um tipo de cor de olhos, de comportamento, ou de querermos transar com algumas mulheres e não querermos com outras, por mais legais e Nice girls que sejam.

E sabemos que muitas mulheres, por mais que tentem nos seduzir, provavelmente não conseguirão, e fariam melhor se procurassem caras à sua altura. Uma HB age exatamente da mesma forma. Não devemos nos aborrecer se uma delas resiste a nossas investidas, torce o nariz ou age bitchy. Estão sendo elas mesmas, naturais, espontâneas. Se gostam de um cara ou de você, isso não está muito no controle delas, é atração a que podem ceder ou não. Se te amam mais ou menos, se te traem, se te desejam, agem tão impulsiva e institivamente como nós.

O que está a nosso alcance é não levarmos nada a sério nesse esporte divertido da sedução, e sermos o mais atraentes e interessantes possível, ainda sendo autênticos. Qual a mulher certa? A que nos atrai ao máximo e nós atraimos ao máximo. Química. Isso nos poupa tempo e o delas. E lembre-se: se ela não responde às suas investidas, ela não pode ser acusada por isso, então leve na esportiva e divirta-se no processo!

domingo, 13 de julho de 2008

Saídas e Recaídas Corsárias


Esta semana foi atípica. Na terça, fui novamente à The House com o Alucard, e foi divertido. Conheci uma morena quente e quase rola um one night stand, mas ela preferiu cuidar da irmã, e ia embora no dia seguinte. Na quinta, resolvi sair com Iracema, que não via a tempos, e na sexta revi a ex-namorada, agora amiga, que queria me entregar um presente que comprara para mim em sua viagem a Londres...

Para que... o que começou num tranquilo happy hour terminou em uma esfuziante noite de amor... e agora o corsário está mareado com a força das ondas bravias... é atemporal o dito que quem brinca com as brasas ainda fumegantes de uma antiga paixão não sai ileso... E o que será agora?

Ontem reencontrei o amigo de longa data Matt, agora um paulista, um desses que a PU me trouxe e que sem ela eu não teria conhecido, o que considero uma das maiores vantagens de ser PUA. Fomos para aquela festa junina no Jardim Botânico, encontrando outros amigos e minha irmã e prima que nos esperavam lá. Estava frio, havia uma fogueira na rua sem saída, muita gente, muitas caipiras lindas, e muitos gaviões também nessa quadrilha. Dancei muito forró, que amo, e conheci algumas moças muito prendadas. Uma delas, num ônibus, quando ia para a festa, e ao sentar ao lado dela comecei a papear sobre a festa, meu apreço por festas juninas por ser no mês do meu aniversário e... o papo fluiu, ela inicialmente desconfiada... acabei a reencontrando lá, e dançamos, pulamos fogueira e quase casamos na igreja da roça.

Fiz amizade com umas psicólogas que papeavam, dancei com uma delas, mas ela já tinhad dono... foi divertido falar do nosso amor à psicologia... quem é psi entende.

Também conheci uma tal Ju, canceriana amiga do Peixe, e seu fascínio era ser um tanto exótica, e algo apaixonada. Mas ela me falou tanto de sua paixão abissal que me lembrou a minha, e acho que isso apagou meu ímpeto de raptá-la. Prefiri pular fogueira.

O Alucard e o Capoeirista tinham ido lá comigo, a muito custo de arrastar o teimoso Alucard, que queria realizar a missão 18 do Style (há três meses está a concluir a missão completa...) e estava obcecado em chegar na Patio Lounge, que estava às moscas. Enfim, vi o Alucard abrir um set pela primeira vez, usando um opinion opener "preciso de uma opinião feminina sobre algo... saca só, mas só vou ficar um minuto...quem mente mais..." Pensei, o Mystery não usaria isso no Brasil...

Papeei horas com o Matt, um amigo de qualidade, de alma densa, com uma cultura eclética, alma curiosa e às vezes sombria, andando um tanto pessimista depois de algumas semanas na luta por um lugar ao sol no mercado financeiro... ele me disse: vida é sofrimento... aquela frase do Buda. Acabei falando pra ele do devir e do centro dentro de nós, nosso Deus interno... Namaste. O papo flui até a hora de irmos embora, quando, infelizmente, nos envolvemos num acidente leve de carro, sem vítimas, ao sermos albarroados por um taxista. Ficamos das três às seis esperando a viatura e papeando sobre o Juggler, filosofia, devir, budismo e o insólito dessa existência às vezes murphyana, mas para mim sempre lírica e pungente. Tragédia, paixão, poesia. Salve os ditirambos dionisíacos!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Segredos dos Naturais - Wayne Juggler Elise



Você acha que Michael Jordan se debulhou em lágrimas toda vez que ele perdeu uma cesta, Senna quis se matar toda vez que perdia para o Nigel Mansell ou Warren Buffet foi imediatamente pra terapia toda vez que sua opção de ações caiu na Bolsa?

Como você aprender a jogar basquete se você nunca poderia aceitar errar uma cesta? De que forma vai melhorar sua habilidade e, eventualmente, a sua felicidade com as mulheres se você se aterrorizar com som do "não" das mulheres que abordar? Desculpe, é que vai acontecer uma hora ou outra. Quanto mais você errar a bola quando for um novato, o mais cedo você vai melhorar suas habilidades, e com a experiência você verá que errará menos. A rejeição em si não tem efeitos radioativos nem deixa sequelas irreversíveis...

Eu estava com um cliente recentemente, e me aproximei de uma daquelas mulheres lindas que não dava bola para ninguém ao redor. Eu me apresentei com confiança. Demorou um tempo enorme para eu obter algum resultado a partir do "vácuo" criado, e ainda assim obtive apenas um frio aperto de mão e um nome. Ela não manteve nenhum contato visual, simplesmente ignorou a minha pergunta, não me deu nenhuma atenção ou energia ou que seja.Ela só olhava para frente, em minha direção. Na verdade, olhava através de mim, tudo isso na frente do meu cliente. A semana anterior eu tinha tido uma interação mais amorosa do que eu mereço com uma menina tipo 9. Agora eu estava em uma nova cidade, e esta menina, talvez um 5,5, com quem eu não teria dormido nem se me pagasse mil reais, estava sendo extremamente rude comigo...

Poucos minutos depois, ela viu alguma coisa por trás de mim e irrompeu numa explosão de alegria e de festa, e acho que eu não tinha visto alguém tão animado assim em 2008. Ela recuperou a sua compostura e lançou uma vibração sexy pelo ar com um enorme sorriso para alguém atrás de mim. Um jovem surgiu, pegou sua mão e beijou sua bochecha. Ela olhou para mim como se tivesse ganho US $ 100 milhões e casado com Brad Pitt no mesmo momento. Nunca subestime o modo como as mulheres podem ficar animadas quando pensam ter encontrado um grande cara.

Acredito que era seu primeiro encontro, e ela estava tão ansiosa e animada esperando por aquele cara naquela enorme multidão, que ela praticamente não prestou atenção em mim. Além disso, eu era mais velho e uns bons 5 centímetros mais alto do que ele, e ela pode não ter querido "intimidar" o seu pretendente quando ele a visse conversar comigo.

Estou certo de que alguns de vocês que lêem esse post tenha se sentido feridos por uma destas terríveis garotas autoconfiantes com um comportamento grosseiro numa noite. Alguns de vocês podem ter registrado no fórum alguns posts, escrito freneticamente em busca de respostas, em busca de um "onde errei" ou "o que eu poderia ter feito melhor".

A vida torna-se mais fácil, melhor e mais feliz quando concentro todas as minhas energias em coisas que posso controlar, como a minha reação interna a um acontecimento externo, a minha energia ou vibe social, como me sinto quando eu entro num bar ou com o número de pessoas que eu posso falar em uma noite.

Talvez eu possa evitar concentrar minhas energias em coisas que eu não possa sequer começar a entender, e muito menos controlar. O que se passa no interior da mente de uma estranha mulher certamente está fora de cogitação.

Deixe-me dizer-lhe, como certamente como Newton, que Força = Massa X Aceleração;

Quanto menos você se preocupar com a rejeição, menores as chances de que você seja rejeitado.

O segredo de Michael Jordan e de todos os grandes naturais é... A PRÓXIMA! …

Wayne Juggler Elise (www.thecharismaticman.com)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Projeto Rio de Janeiro - Primeiras sarges: Nuth, The House, Hotel Ouroverde.


Semana passada comecei com o Alucard a rodar o projeto Rio de Janeiro. Atualmente, Alucard se tornou um de meus melhores amigos e wings na pu aqui nas redondezas, desde que ele se mudou das praias de Itacoatiara para as da Zona Sul.

Alucard é um garoto de 18 anos apaixonado pelo Mystery Method por sarges. Além disso, é um irmão na fé, coração incrível e meu vizinho. Apesar de seu incrível AA, temos tido momentos incríveis, e ele se tornou um fiel escudeiro em todas as minhas aventuras errantes da pu. Artista está namorando, assim como Batera está apaixonado, Surreal, Enigma e Poeta sumiram, Matt está em São Paulo, Cuca ainda está se mudando para cá, e de vez em quando aparece Jasão e agora surgiram newbies como Smile, um pua promissor, e Snipes, que veio do Méier e gosta do Juggler Method. Tem ainda os amigos Milord, que gosta do Zan, e Uncle Beans, Gambler e Arnold, caras novos e legais, com uma vibe ótima... são também fiéis amigos, alguns não puas, mas who cares. Não saio só com puas, porra, meu lema é "The friends, first, ladies!"

Difícil achar alguém que jogue um jogo mais natural, sem rotinas enlatadas. Mas não me importo com o que as pessoas jogam, e sim com sua vibe e boa companhia. Eu me mantenho empolgado na PU, me sinto uma criança em disposição, energia e vontade de me superar e me divertir "dancing in the moment".

Alucard propôs o projeto Rio de Janeiro, após tentar chamá-lo de Copacabana, um plágio ao meu so called Copacabana Project. Ele está fazendo o Stylife há 3 meses, mas quando ele superar seus sticking points com seus 18 anos, com a minha idade estará sendo, com certeza, um mPUA da melhor qualidade.

Nosso projeto Rio de Janeiro, por enquanto contando comigo, Alucard e Smile pela beira, começou na semana passada. Durante a semana, nossa sarge começa na terça, na The House, um lugar cheio de gringos. Quintas, BG, sexta street Lapa para economizar e uma puta boate, sempre diferente, todo sábado...

Sábado fomos à Nuth Centro. EU, Alucard e Smiles. Na fila, comecei a interagir com dois grupos de meninas, cinco ao todo, batendo mil papos. Hoje, é natural para mim jogar Juggler, abrindo situacionalmente, comentando sobre minhas impressões e emoções, fazendo open questions, tentando qualificar a mulher pelo que ela fala, e recompensando seu esforço. Consigo chegar tranquilamente à fase pessoal (equivalente ao conforto do M3), mas ainda esbarro no SOI e na escalada sexual (equivalente à sedução do M3). A fila estava recheada de chicks, e entramos na boate na penumbra, ainda começando.

Sem entrar em detalhes, um de minhas interações memoráveis foi começar a conversar com uma loira muito atraente que estava sozinha num grupo de amigos que comemoravam um aniversário. Me coloquei ao lado dela e começamos a falar sobre a muvuca da festa, eu estar ali a primeira vez e achar curioso ela estar ali, de castigo, e a convidei para dançar... o papo fluiu até certo ponto e depois deixei-a comemorar com seus amigos.

Algumas outras interações, aberturas diretas, um grupo de meninas sentadas, o Alucard achava que eu não deveria abrir, e lá fui eu, mas não consegui o tal "hook". Numa dessas, estava eu no bar e uma morena alta e bonita, um tipão de mulher, e nem lembro mais o que falei, mas foi algo divertido e meio metido... desse jeito, papo vai papo vem chegamos ao close, mas eu estava muito cocky demais e acho que desandei no elevado valor, uma recaída no MM. Não peguei telefone.

Uma outra garota usava um vestido vermelho e, conversando com ela e com sua amiga, descobri que era uma mulher encrenca... O fato de ela ser exótica e complicada me chamou a atenção, e a qualifiquei por adorar mulheres complicadas, e o pior é que é verdade...hahaha Mas isso não passou do papo pessoal, e depois voltei aos amigos.

Vi o Smile interagir fácil com um grupo de meninas, aquelas que estavam na fila, e ficar bem íntimo da loira que, enfim, era bem interessante. Já era resto da noite e eu estava cansado, e aliás, como dizem os caras do MM, o set era deles, e eu estava apenas relaxando...

Foi uma noite divertida, e valeu a pena, especialmente pela chegada desse novo PUA Smile. Seja bem-vindo...

Na terça, o Alucard me levou para a The House... eu quase não ia, cansado como estava, e querendo meditar à noite e malhar de manhã. Mas a vontade de sargear falou mais alto, e a curiosidade de conhecer uma nova boate no meio da semana... Lá chegando, o som era bom, tocando um samba de raiz, e a casa estava cheia de gringos. Havia muitas australianas e londrinas, e alguns brasileiros.

De cara, fiz amizade com duas mulatas brasileiras das redondezas e dançamos samba juntos, perto do grupo que tocava animadamente. Desse jeito, conheci outras meninas, sendo duas delas londrinas, o que me fez colocar em prática meu cada vez mais treinado inglês.

Fizemos amizade com um simpático australiano, de excelente vibe e um bom concorrente, que nos apresentou suas amigas londrinas e da Austrália. Brinquei com a professora, num teasing que a acusava de bruxa por adivinhar meu signo. Ela não fazia meu tipo, mas era uma boa conversa, e hoje valorizo mais a social vibe que estar apegado aos resultados. Este é meu jogo hoje.

Ainda conhecemos outros grupos mistos, com namorados, duplas de meninas... minha habilidade social está cada vez mais afiada, o que é um fundamento sólido para o carisma.

Ontem, bem fresco na minha cabeça, está a sarge no Hotel Ouro Verde. Estou com tanto sono que vou escrever uma rápida síntese, quem sabe depois com prolongamentos.

Após sermos barrados da inauguração do Dolce Vita porque estranhamente os nossos nomes não estavam na lista, entramos VIPS no tal Ouro Verde, ambos de frente para a Av. Atlãntica e perto de casa. Estava vazio, poucas HBs, Alucard amogado, sets sentados, enfim, uma sarge complicada, era o que parecia.

Enquanto chovia buças lá fora, a mais memorável interação da noite foi conhecer a Rô, de Magé, com um grupo misto de meninas de 7 a 8 (a Ro, uma loira de lindos olhos azuis, bem-humorada e divertida, algo em torno de 8 HB) e o cara, um empresário do amor divertido, o Rods. Após comentar que ela era a mais animada, e talvez a única, da festa, papeei com o simpático niteroiense, na companhia do Alucard. Depois papeei um papo muito mais funny que cocky com a Ro, que me sacaneava me chamando de porteiro, morador de favela, etc, e levava tudo na brincadeira, dizendo que morava na roça, e outras bobeiras. Eu respondia, brincalhão, mas sabia que se permanecesse naquele nível não iria para o pessoal. Usei seu bom humor como qualificação para uma interação pessoal, e intercalava o contato com ela e com o novo amigo, as demais meninas e o Alucard. Ao fim, peguei seu tc e acredito que isso dá samba.

Houve também uma curta interação inicial com duas meninas, bem divertida, uma interação com um casal, o cara, o Rods, um surfista skatista pisciano lutador de jiu-jitsu com sua simpática namorada ariana e sua mãe morena extrovertida libriana, e charmeei a todos. Alucard sempre presente, falava pouco, até hookar com o surfista e trocarem altos papos. Falei de astrologia e outros assuntos que curto.

Depois uma interação a la MM que quase levou o Alucard ao orgasmo, eu abrindo uma dupla de garotas morenas magrinhas(algo em torno de 7) fazendo DHV, sendo chamado de gay (e sempre concordando) por gostar de astrologia, uma delas pisciana (o alvo), que me dava vários IOIs e veio sentar comigo em minha mesa, ao lado da sua, ao meu convite. A outra era uma sagitariana mais tímida, e o papo fluiu nesse jogo de valor e push-pull q não levou muito longe. Demonstrei alto valor mas não gerei conexão, as meninas acabaram descendo para dançar, chamaram até a gente (IOI), mas quando descemos muito tempo depois, outro cara tinha invadido o espaço. Dancing in the moment, poderia ter demonstrado mais interesse (SOI)... mas valeu, foi engraçado.

No lado de fora, abrimos um grupo misto de meninas, aquela loira gaúcha (7,5) de costas, a morena magra quase 8 e o amigo quase gay, que nos dava todo o assunto. A inovação foi o Alucard dar uma de romeno falando inglês a BadBoy (macarrônico), o grupo tentando entender e se esforçando para se comunicar, eu traduzindo e me divertindo... foi engraçado, mas não muito avançado em escaladas pessoais e sexuais.

Enfim, já eram quatro da manhã e eu estava podre. Mais importante, voltei a sargear a porra toda, jogando Juggler com um mix de 3M às vezes (não MM, mas o modelo M3), na companhia de um bom amigo, num projeto. Muita diversão, muito aprendizado. E cansado, mas pronto para ir para Búzios com uma galera... essa viagem promete.

sábado, 28 de junho de 2008

Apresentação a um novo pua



Ontem saí com uma galera da pu e entre eles havia um camarada seu. Interessante como a rede se fecha, o mundo é uma aldeia...

Obrigado por compartilhar informações e contar um pouco da sua história. Mantendo a coisa equilibrada, eu conto um pouco da minha história também. Minhas primas e tias me bolinavam desde os 6 anos, uma espécie de "estupro infantil" consentido... e isso despertou minha sexualidade precocemente. Desde então, me considero um amante de mulheres e elas exercem um fascínio natural sobre mim. Na adolescência, meu lado intelectual-nerd e minhas crises existenciais me faziam tímido e introvertido, mas a vontade de me relacionar melhor, de estar entre os naturais e amar as mulheres permaneciam. Seguiu-se um longo celibato sexual que durou por toda a adolescência. Nessa época, devorava literatura, esoterismo, filosofia, ciências da mente e outras sabedorias... com cerca de 17 anos, comecei a me desinibir e gradualmente a desenvolver um melhor sucesso com as mulheres, abordando-as na rua, em ônibus e no meu círculo social. Eu já era um amante das mulheres, mas queria as melhores. Comecei a ler, sozinho, sobre a literatura clássica da sedução: primeiro, A Arte da Sedução de Ovídio, depois Diário de um Sedutor, de Kirkegaard, em seguida Ligações Perigosas de Chordelos de Laclos, A Arte da Sedução e as 48 Leis do Poder de Greene, e as Memórias de Casanova. Isso me fez um cada vez melhor sedutor.

Nessa época, um amigo me apresentou formalmente à pu com um livro de David Copeland e Ron Louis, chamado "como se dar bem com as mulheres". Isso começou a me despertar sobre a pu como um jogo, e melhorar minhas cold approaches. Isso fez dar um salto nas minhas conquistas. Fui procurar mais material prático e achei a porcaria dos manuais de sedução da internet, com caras como Rafael Correa e Darlan... isso pelo menos me fez entrar em contato com uma comunidade de pu pela internet e me apresentou, pela primeira vez, aos puas. Minha vida ali começaria a mudar novamente...

Conheci puas de Sampa, Minas, Venezuela, Argentina, África do Sul... cultivei novos amigos e criei uma comunidade de pu no Rio de Janeiro... hoje pratico um jogo mais natural, e gosto de caras como Juggler, Zan, BadBoy, e o BluePrint de Tyler Durden.

Hoje, tenho um estilo de vida que curto: praia, surf, escaladas, sarges, amigos, mulheres...

Thank you for sharing information and tell a little of your history. Keeping things balanced, I´ll tell you a little of my personal story too. My cousins and aunts made light sex games with me since I was 6 years old, a kind of "child rape" consented ... and that my sexuality awakened early. Since then, I think I become passionated about women and they had a natural fascination to me. In my teenager years, my cerebral side-nerd closed me to new sexual experiences and my existential crisis became me shy and introverted, but the desire to have better relationships, to be among the naturals and loving women remained. It was followed by a long sexual celibacy that lasted throughout adolescence. At that time, I read a lot of literature, poetry, esoterism, philosophy, sciences and other wisdoms of mind ... with about 17 years, I began to open myself and gradually developed a better success with women, approaching them in the street, on buses and in my social circle. I was already a lover of women, but wanted the best ones. I started to read, alone, the classic literature of seduction: the first, The Art of Seduction, Ovidio, after Diary of a Sedutor, Kirkegaard, then Links of dangerous Chordelos of Laclos, The Art of Seduction and the 48 Laws of Power Greene, and the memories of Casanova. That made me an even better lover.

At that time, a friend introduced me to formally to pu with a book written by Ron Louis and David Copeland, called "how to succed with women." This began to wake me to the perspective of pu as a game, and improved my cold approaches. That did make a leap in my achievements. I was seeking more material, although I only discovered trash seduction material avaiable in net... at least it made me get in touch with a community of pu and it introduced me, for the first time, face to face with the real puas. My life there started to change again ...

I met puas in Sampa, Minas, Venezuela, Argentina, South Africa .. made new friends and created a community of pu in Rio de Janeiro ... today play a more natural game, and like the guys as Juggler, Zan, BadBoy, and BluePrint of Tyler Durden.

Today, I have a lifestyle that short: beach, surfing, hiking, sarges, friends, women ...

What about you?

terça-feira, 10 de junho de 2008

A importância da alegria (Wayne Juggler Elyse)



Oi Giacomo,

Esperamos que você esteja bem e que você tenha tido uma chance de pensar
sobre a lição que discutiu ontem. Vamos falar sobre uma qualidade que as mulheres acham atraente.

As únicas coisas que as mulheres acham atraente (pelo menos uma mulher
que valha a pena conhecer) é a alegria. As mulheres são atraídas por homens felizes. Se você pode demonstrar uma verdadeira felicidade, então você pode
maximizar a sua atratividade. Pense nisso. A
pessoa mais carismática em um grupo é a que está sorrindo e se
divertindo. Que é mais sexy, Bill Clinton ou Karl Marx? Clinton
quase sempre tinha um sorriso em seu rosto e gozava a vida, ao mesmo tempo em que
Marx era um revolucionário deprimido.

Quando eu ou um dos instrutores do CA leva um cliente
para o campo e faz com que abordem mulheres, podemos dizer o quão
bem-sucedido ele vai ser não pelo quanto as mulheres parecem estar se divertindo com ele, mas sim o quanto ele está se divertindo.

Mas este não é o caso da abordagem que a maior parte dos homens faz com as mulheres. Eles parecem estar trabalhando. A sua abordagem parece sem alegria e espontaneidade. Mulheres não são atraídas por homens que têm de se esforçar para obter as mulheres.

Cara: "Olá. O que pensa deste bar?"

Garota: "Eu não sei. Por que você quer saber?"

Cara: "Uh, uh, eu estava apenas imaginando. Desculpe, mas eu vou embora
agora ".

O nosso cara se excluiu sozinho. Ele se pegou perguntando algo pelo qual não estava ligando a mínima. Forçar conversa desta forma é um claro indicador, para uma mulher, de que um homem está se esforçando ao invés de desfrutando de uma conversa. Ele diz a ela que ele tem de trabalhar para conquistar mulheres. Isso não é nada atraente.

Traga para a conversa tópicos que você tem algo a dizer.

Você: "Então, que livro você está lendo?"

Ela: "A Casa, da Danielle Steel. Por que você pergunta?"

Você: "Bem, eu gosto de livros. Você pode dizer muito sobre uma pessoa a partir do que ela lê. Mmmm, Danielle Steel, não conheço bem, mas já li alguns romances antes. Ahem, quero dizer apenas por curiosidade, naturalmente. Na verdade, estou a ler Sunshine Chen Chen. É sobre a arte de roubar. Muito inspirador. Eu poderia
roubar um banco. Você poderia ser a motorista durante a nossa fuga."

Ela: "Ok, eu tenho um pé de chumbo".

Você: "Isso pode ser legal. Então, qual é o seu livro e que tipo de
personagem você seria? "

Ela: "Bem ..."

Observe o que você fez aqui ... você está falando sobre algo que pode
desfrutar, e fazendo dela em participar de seu mundo. Isto torna mais fácil para
ela começar a seduzir , e agora sua conversa está fluindo.

Igualmente importante é não ser demasiado dependente de resultado. Lembre-se:
seu objetivo não é pedir aprovação, mas DAR aprovação
depois de encontrar uma mulher única, ao reconhecer suas qualidades. Se você não procura por aprovação, você não vai ficar zangado ou
ser pego de surpresa por mulheres ou reações negativas. Às vezes as mulheres não
dizem o que você quer ouvir.

Homem: "Olá".

Mulher: "Eu não quero falar com um cara agora."

Homem: "Ei, eu gosto de sua franqueza. Vou estar por perto se você
mudar de idéia. "

Esta interação realmente aconteceu com um dos nossos instrutores Matt, durante um bootcamp. O cliente estava em um mente aberta onde ele não estava procurando aprovação de uma mulher. O espantoso é que mais tarde ela veio falar com ele, comprou-lhe um bebida e insistiu para que ele registrasse o seu celular.

Quanto mais você não está apegado à aprovação das mulheres, mais livre
você estará para desfrutar o momento e mais você será capaz de agir de forma divertida seja qual for a reação de uma mulher.

Vá lá fora se divertir.

Até à próxima vez,
tudo de melhor,
Wayne "Juggler" Elise

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Como escalar (por Wayne Juggler Elise)


Oi Giacomo,

Aqui está uma pergunta comum de eu receber.

"Caro Wayne,

No domingo eu conheci esta mulher no hortifruti. Ela era meu tipo:
tipo. Atlético com uns grandes melões...rs Cerca de 30 anos. Ela parecia amigável, como se quisesse conversar.Falamos sobre comida mexicana. Minha
mãe é mexicana. Mas depois de alguns minutos, parecia como a conversa se esgotasse...Eu não sabia o que fazer depois, então eu disse adeus e fui embora. Dêem-me algum material. O que eu posso falar em seguida?
Obrigado,
Desesperado, de Seattle "


"Caro Desesperado,

Você está cometendo um erro clássico de lógica. Você acredita que é o conteúdo do
suas palavras que as mulheres acham interessante. Então você está tentando
estender seu papo platônico. Mas esse não é o modo como as mulheres funcionam.
O que as mulheres se interessam não é por conteúdos interessantes, mas por CONTEXTO - o contexto do relacionamento entre você e ela.

Você deve ampliar continuamente neste contexto, a fim de manter a mulher
interessada na interação.

Tentando dizer coisas interessantes, a fim de prender a atenção de uma mulher
atenção é difícil e, por fim, pouco ajuda no avanço da relacão de um relacionamento romântico para um clímax sexual. Em vez disso, prenda a sua atenção aumentando os níveis de sua interação. Isso é conhecido como "escalada". Você precisa escalar a natureza do seu relacionamento com ela no sentido de um desfecho romântico ou sexual.

Escale e você nunca vai ficar sem assunto depois de uma conversa platônica. Isso vai acontecer porque você vai ficar muito tempo num "modo" platônico tempo suficiente para esgotar o assunto. Você irá escalar a interação rapidamente, saindo do modo platônico para o pessoal, e depois para o sexual. Boa sorte. Seu amigo, Wayne"
Eu sei... Isso naturalmente suscita a questão, "Como se escala?"

*** *** Como escalar


Imagine se eu andasse em sua direção lhe desse um presente, um ingresso para o Maracanã, uma bela carteira, ou algo que você desse valor. O Que
que você acha? Você aceitaria? Provavelmente sim, mas provavelmente você acharia suspeito, "Por que é que o Wayne, que eu nunca conheci mais gordo, quer
me dar um presente?"


Mas agora imagine que todos que te conhecem te deram um presente.
Além de se tornar muito mais comum para você, você provavelmente tornar-se-ia
blasé acerca de toda a transação.

"Olá, prazer em conhecer. Blá, blá, blá. Onde está o meu presente? Não tem um laço para embrulhar? Volte e embrulhe-o corretamente."

Você só pode começar a recompensar pessoas que lhe deram algo em troca. Ser recompensado por nenhum esforço da sua parte só iria estragar você.

Essa é a realidade para muitas mulheres atraentes. Homens as recompensam
apenas porque eles são gostosas. Nenhum esforço é exigido. Tal como uma técnica
para obter as mulheres, isso raramente se paga. As mulheres se deliciam em ter seu ego afagado pelo rapazes pela sua aparência desde os treze e criam peitinhos. Esse tipo de atenção por parte dos homens não é mais um deleite ou até mesmo uma novidade. A mulher sente apenas um momentâneo afago no seu ego, seguido de um rápido regresso à busca de algo mais valioso.

Alguns homens têm descoberto uma "solução" para este problema. Seu jogo é simples. Eles se recusam a mostrar atração por uma mulher. Inúmeras "técnicas evolucionárias" de como ser bem-sucedido com as mulheres são variações sobre este mesmo tema: Jogue o jogo difícil de se conseguir, seja escasso, seja o prêmio, aja de forma metida e divertida, seja distante e uma mulher vai pular em cima de você implorando por transar. Para um homem que costumava demonstrar muito interesse de graça e sem ser recompensado, isso pode trazer uma sensação de poder. Ele não é mais um lambe-botas!

Mas nem todas as soluções simples são soluções eficazes.

Você não pode escalar uma relação de platônica para sexual ou romântica sem mostrar interesse por uma mulher.

Vou explicar.

Uma mulher atraente não irá lançar-em em cima de um homem. Fazer isso conota desespero, e as mulheres desesperadas são a escória entre as mulheres em qualquer lugar. Pegue o termo "piranha". Quando uma mulher chama uma outra de "galinha", ou "puta", ou "vagabunda", isto não implica em que a ofendida tenha muitos parceiros sexuais. Esse termo, entre as mulheres, significa uma mulher fácil, que se lança facilmente nos braços de um homem. Ela está agindo de forma desesperada. Nenhuma mulher quer ser chamada de desesperada.

A maioria das mulheres raramente irá assumir a liderança. Se você está à espera de uma mulher para fazer a primeira jogada, você pode deixar crescer uma longa barba branca primeiro. As mulheres não querem parecer desesperadas. Portanto, se você
recusar-se a mostrar interesse em mulheres, você irá se encontrar repetidas vezes em situações que podem ser divertidas, que podem até mesmo levar a encontros, mas nada demais acontece. (Para mais informações sobre "anti-desespero", consulte o blog no http://www.charismaarts.com/blog/Juggler/29)

Face a esta situação, parece que você está num beco sem saída. Mostre interesse e veja seu valor diminuir aos olhos dela, não mostre interesse e nada acontece...

Mas existe um outro conceito que torna possível a escalada.

Esforço e recompensa *** ***

Agora imagine que você gasta uma hora lavando e polindo minha moto. E então eu lhe dei um presente. Como você sente? Você provavelmente iria valorizar esse presente. Você iria se sentir como se você tivesse merecido. É assim que queremos que nossas interações com as mulheres sejam. Queremos mostrar o nosso interesse por elas para que possamos escalar, mas, ao mesmo tempo queremos que elas façam um esforço em sua relação com a gente, para que elas valorizem nosso interesse. Esforço associado à devida recompensa é a base de uma escalada efetiva.

Portanto, o que é que constitui o esforço dela? Eu defino o esforço como ela colocando seu ser único, singular e individual na interação com você. Se
você mostrar interesse baseado na individualidade dela, por algo que ela tenha feito um esforço para revelar, então, ela irá valorizar seu interesse. Você pode fazer
uma escalada rumo a uma interação que possa ter um desfecho romântico.

Seguem-se exemplos (maus e bons...)

Ela: "Eu dou aulas para alunos de segundo grau."

Você: "Uau, isso é maravilhoso. Você é uma pessoa tão especial por ensinar crianças. Posso te convidar para conhecer minha mãe essa noite?"

Ela: "ACK!" (Enquanto ela bate em retirada...)


Essa foi recompensa DEMASIADA para a quantidade de individualidade que ela revelou. Há uma certa incoerência. Ela vai sentir que você não poderia realmente apreciá-la por tão pouco. Ela vai sentir que ela não disse nada para merecer a sua bajulação. Isto faz com que ela fique desconfortável e desconfie de seu interesse. Vamos tentar
novamente.

Ela: "Eu sou uma professora de 2º grau. O meu aluno se chama Kyle
e tem seis dedos em cada pé. Eu juro isso é verdade. Ele tem um senso de
humor. Eu não gosto de bebês chorões. Eu gosto de crianças divertidas."

Você: "Que maneiro!!!! Então, em que cidade você mora?"
Ela: "Isso importa? Hey, estou vendo alguns amigos com quem preciso falar... tchau!


Aqui nós temos o problema oposto. Não havia nenhuma recompensa pelo seu esforço depois que ela decidiu revelar algo interessante e específico. Nós ignoramos esse esforço e passamos batido, sem recompensá-la. As mulheres têm um instinto para as regras de escalada. Ela sente que que você será incapaz de levar a interação para qualquer lugar interessante. Ela fica entediada e parte.

Ela: "Eu sou uma professora de 2º grau".

Você: "Ei, já pensei em ser um professor no passado."

Ela: "Sério?"

Você: "Sim! Então me diga, como você consegue manter seus moleques na linha?"

Ela: "Eu simplesmente coloco um tom de voz diferente em que quero dizer que não estou brincando".

Você: "Sim, eu sou demasiado tranquilo para ser duro com esses moleques. Deixe-me
ver a sua cara de "sério, é melhor se sentar e calar a boca".

Ela cenhe as sobrancelhas e aperta seus lábios.

Você: "Isso é assustador. Qualquer mulher que pode ser assustadora desse jeito é a mulher certa pra mim... Acho que tenho que te conhecer melhor..."

Ela: (rindo) "Não seria má idéia."

Ele: "Vamos sentar ali naquele sofá para que possamos ficar confortáveis..."


Isso funciona muito melhor. É apenas a quantidade certa de interesse baseada na individualidade que ela revelou a você. Note que você é capaz de fazer avançar a interacção (Neste caso, movimentando ambos para um ambiente mais íntimo.) Isto é como você escala.

A escalada tem dois componentes:

1. A razão pela qual você está escolhendo a escalada. Isso vem de
algo que ela fez ou disse para você. Ela deve se sentir que fez algo para merecer o seu interesse crescente.

2. Uma declaração clara da forma como você deseja que a interação evolua.

"Gostaria de conhecê-la melhor", ou "Vamos tomar um café", ou "eu acho você tão sexy. "

As mulheres acreditam que um cara de valor quer que elas se esforcem por merecê-lo. Em uma maior escala, isso é verdade para todas as pessoas. Raramente os seres humanos reconhecem as coisas ou pessoas por seu valor intrínseco. Eles valorizam coisas que têm que trabalhar para obter.

Além disso, em "Como encontrar e se conectar com as mulheres", eu discuto a
diferença entre interesse genuíno e interesse desesperado. Você pode ler uma amostra
do capítulo aqui: http://www.charismaarts.com/products/howtobe

A propósito, você está registrado em nosso fórum? Você pode ler alguns
grande lugares e conhecer pessoas que estão trabalhando com alguns dos mesmos
idéias que você está. Gostaria muito de ver você lá:
http://forum.charismaarts.com/


Todos os meus melhores cumprimentos,
Wayne "Juggler" Elise

sábado, 7 de junho de 2008

A essência da sedução iluminada



A essência da sedução iluminada

Todo amante sabe que o verdadeiro segredo do seu poder sobre as mulheres reside no poder que elas têm sobre ele.

Ele é um amigo para as mulheres. Ele está encantado com a forma como se movem pela vida e o caminho que ocupam no mundo. A sua essência os enamora e os encanta, e em troca ele não pode fazer nada menos que celebrá-las.

Ele é um romântico, ele acredita no amor, e seu amor é completo, absoluto. Ele é um escravo do seu amor pelas mulheres. Não há espaço para a misoginia, nenhuma espécie da presunção, não há qualquer toxicidade de manipulação.

Ele sabe que as mulheres podem sentir imediatamente quando estão na presença de um homem que gosta de mulheres, que pensa que elas são bonitas, que as fazem sentir lindas, que se deliciam nelas. Ele realmente gosta de mulheres, e homens que gostam de mulheres são amados pelas mulheres.

Ele não sente necessidade de se validar para outros homens divulgando aos quatro ventos suas façanhas sexuais. Ele nunca beija e diz. Nunca. Seus encontros com as mulheres nunca são uma forma de reforçar sua própria auto-estima ou de acrescentar mais um nome à sua lista. É tudo uma questão de respeito.

Nunca é algo para tomar algo para si próprio, mas sempre sobre a partilha de algo com ela. Pois ele sabe que todas as experiências de vida são amplificados uma vez que são compartilhadas.

Seu maior medo é o de ser entendido como apenas mais um homem, ele não é como os outros homens, nem ele aspira a ser.

Se ele pensou por um momento que ela lamentou seu encontro com ele de alguma forma, ou de alguma se sentiu triste ou ferida por causa dele, isso iria partir seu coração. Ele não pode suportar a idéia de que uma mulher pudesse alguma vez sentir que foi manipulada por ele.

E, no entanto, ele não escondem seus desejos como um homem. Ele nunca retrata indiferença ou apatia em uma tentativa de passar sorrateiramente no âmbito do radar. Em vez disso ele abraça a sua sexualidade, apresenta-a para ela, sem presunção, está encantado se ela responde favoravelmente, ou de forma profundamente respeitosa, se não o fizer.

Ele entra cada uma de suas aventuras românticas com a novidade e excitação, como seu primeiro amor, tudo de novo. Ele sabe que o impacto que ele tem sobre ela, e que ela causa nele, irá ecoar no decorrer dos anos para ambos.

E ele vai se machucar? Será que ele sinta a pancada da perda quando a relação termina? É claro. Mas ele ama tudo isso exatamente da mesma forma.

Ele vive a sua vida acreditando que cada interação na vida é, na essência, uma sedução. E assim ele assume uma mulher está sempre interessada. Com efeito, poderia ser um falso pressuposto, naturalmente, mas é uma hipótese agradável, e assim esse é o caminho que ele escolheu para viver sua vida.

Ele nunca defende-se quando acusado de ser um jogador. Ele conhece a verdade: que ele nunca joga com as emoções de uma mulher. Ele está em paz consigo mesmo.

E assim ele não faz nenhuma tentativa de se desculpar ou de se justificar de ser da forma como ele é; ele não quer empatia nem absolvição, nem sequer, a este respeito, compreensão. Ele não tem qualquer necessidade de se defender, porque as mulheres são suas maiores defensoras.

Em vez disso, ele acredita que suas intenções são puras e mutuamente desejadas. Ele é autêntico e sincero, talvez o mais honesto homem que ela jamais encontrou. E as mulheres têm demonstrado sempre que a honestidade é o melhor afrodisíaco.

E, para ele, são todas as suas meninas. Toda mulher é sua mulher. Ele tem imensa compaixão para com as mulheres. Ele vê a sua tristeza e sua perda, seus sonhos desbotados, seus relacionamentos que acabaram ou que estão morrendo, suas carreiras difíceis e as responsabilidades inerentes, e ele faz com que seja a sua missão infundir a beleza em sua vida novamente.

Sim, ele foi criado por mulheres, formados por elas, e inspirado por elas.

Ele compartilha em seus segredos ...

(Zan Perrion)

Integral Life Coaching

Coaching em desenvolvimento pessoal, carisma e sedução natural


- Desenvolva suas habilidades sociais, carisma e sedução

- Fortaleça sua autoestima e autoconfiança

- Supere a timidez e outros bloqueios sociais e de relacionamentos

- Torne-se líder em seus relacionamentos e trabalho

- Gerencie melhor sua vida em todos os aspectos: carreira, personalidade, relacionamentos, no seu eu físico, espiritual, mental e emocional


Coaching com psicólogo especialista em Dinâmica de Grupos, Master em Programação Neurolinguística, Hipnoterapeuta ericksoniano


Pré-coaching a distância (sessões por e-mail e skype)

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Treino presencial "em campo" de novos comportamentos e habilidades sociais e de sedução

Pós-coaching - a distância (por e-mail e skype)


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WORKSHOP DE SEDUÇÃO PARA HOMENS E MULHERES

Workshop - Grupos de 4 pessoas ou one-to-one (seduction personal trainer)

Um Workshop da US Lifestyle é a melhor consultoria disponível no Brasil para você que quer aumentar significativamente sua habilidade de conquista e relacionamentos com o sexo oposto, seja você homem ou mulher, e quer que isso aconteça sendo assessorado por um especialista.

Para homens
Nossos instrutores são treinados para te colocar em contato real com mulheres em shoppings, bares e boates, ensinar-lhe nosso método de maneira fácil, corrigir seus erros e te dar demonstrações ao vivo das técnicas ensinadas.

O Workshop contém de 2 a 3 treinamentos em baladas de 4 a 5 horas cada e 2 seminário de 4 horas cada. A US Lifestyle ministra regularmente Workshops em todo Brasil e Europa. Por isso, fique atento à nossa agenda, logo poderemos estar em sua cidade.

Para mulheres
Pela primeira vez, dois homens e uma mulher, especialistas em sedução e relacionamentos, revelam todos os segredos de como conquistar o coração de um homem.

Você não apenas será capaz de fazer o homem de seus sonhos se apaixonar por você, mas como manter um relacionamento duradouro com ele.

Você também saberá identificar o seu estilo mais eficaz de sedução, a evitar os comportamentos anti-sedutores, a conhecer os tipos de homens e qual melhor abordagem para cada um.

Há também vivências e dinâmicas interativas para praticar cada etapa.

Locais: Rio de Janeiro e em São Paulo

Para saber mais, entre em contato com giacomo.girolamo@gmail.com
http://www.universidadedaseducao.com/http://universidadedaseducao.blogspot.com/

Participe da Comunidade Brasileira de Natural Game