quarta-feira, 23 de julho de 2008

Todo mundo tem um preço




Uma das grandes sacadas do Juggler é que uma interação é como uma transação comercial, onde ambos os lados devem investir na relação de forma balanceada, e que um cara de valor só demonstra interesse por uma mulher que tenha se esforçado para ganhar esse interesse.

Mystery e todo o M3 se baseiam nessa teoria do valor também, onde um alfa é um cara de alto valor percebido no meio social (para o Mystery, valor de reprodução e sobrevivência), e que todo alfa busca se ligar com uma mulher também alfa, isto é, que possa agregar alto valor (basicamente de reprodução, para o Mystery).

A verdade é que o valor está no centro de toda a atração. Essencialmente, portanto, um alfa é um cara com o maior valor possível. Para a mulher, basta que ela perceba esse valor. Para mim, trata-se de efetivamente acreditar ter esse valor, e cada um deve empreeender sua própria jornada pessoal para reconhecer e desenvolver seu valor.

Isso leva a algumas considerações adicionais. Tudo que tem muito valor tem um preço equivalente, o que me remete a outra idéia do Juggler que desenvolvo aqui. Ser o tal prize ou ser o prêmio significa ter um preço equivalente ao valor que tenho. Se sou um cara de alto valor, não me dou de graça, para uma mulher me ter ela precisa pagar um preço por isso, como faria com qualquer coisa valiosa. E, de fato, qualquer coisa de baixo preço é automaticamente associado com baixo valor: ninguém acredita num Ferrari de graça, e o fato de um Ferrari custar 1 milhão aumenta o seu valor percebido.

Assim, é importante que eu tenha a real noção de meu alto preço, e me trate dessa forma, com alta estima (trocadilho com auto-estima) e alta apreciação.

A palavra preço é fundamental, e o verbo apreciar também. A primeira coisa que tenho que fazer é reconhecer meu preço, me precificar de forma condizente com meu alto valor. Isto significa que só saio com mulheres em que reconheça alto valor, ou que, de alguma forma, paguem o preço para me ter, isto é, se esforcem, se comportem e digam algo único e que me agrade.

Um cara de alto valor é natural, espontâneo, transparente e honesto: ele não tem medo de ser quem é, nem de expressar livremente suas opiniões e sentimentos, mesmo que outras pessoas possam reprová-lo por isso (mesmo que tenha que perder uma mulher de alto valor por isso).

Um cara de alto valor é sociável, carismático, relacional, e isso advém de sua vibe autoconfiante, que se expressa livremente e, sobretudo, que dá valor, e não busca valor de outros. Uma pessoa que reconhece o valor de outras sem que isso a diminua é uma pessoa de alto valor.

Um cara de alto valor, portanto, é apreciador do valor de outras pessoas. Por ter alto valor, ele está acostumado a interagir e transacionar com pessoas de alto valor, e esperar TROCA de valor numa relação.

Esse conceito também é importante: TROCA DE VALOR. Toda interação é troca. Se tenho valor, sou generoso em reconhecer valor, mas espero retribuição: quero receber valor em troca. Especificamente,duas pessoas se mantém numa relação quando esta ADICIONA VALOR a ambos. Quando todos saem ganhando numa transação, isso é um relacionamento balanceado, e esse é o princípio de uma pu sadia.

Falando mais da apreciação, ou do reconhecimento do valor de outros. Isso é uma idéia do 3M, do Juggler e mesmo do Zan. Equivale à minha metáfora do PUA como um garimpeiro, ou como um mercador de ricas pérolas e pedras preciosas, ou um ourives: um PUA é um especialista em reconhecer e apreciar o valor das outras pessoas. Esse valor pode ser intrínseco, a beleza, o caráter, a personalidade, ou algo que a pessoa tenha feito por merecer, um esforço. Fazer as pessoas (especialmente as mulheres, em se tratando de PU) se expressarem livremente e garimpar, dessas pedras, o que é precioso (de valor) é o trabalho básico do PUA.

Em seguida, ao reconhecer o valor demonstrado por uma mulher, isso justifica eu escalar, demonstrar interesse autêntico, apreciando e recompensando seu esforço. Neste ponto, tanto Mystery quanto Juggler falam da qualificação da mulher, o que enseja uma mudança de fase, uma janela aberta para a escalada.

O fato é que estou escrevendo porque penso que atinei com uma verdade simples, não muito óbvia para muitos, e que é como uma revelação para mim. E isso aproxima as abordagens aparentemente antagônicas dos naturais e dos que praticam o indirect game.

I studied and practiced Mystery Method for some months last year, with great results. Then, when falled in love with my girlfriend, it became incongruent with my passionate state playing games, and I started to read Juggler and Zan to develop a better relationship. It carried me to a new view of seduction, as something born in my own singular nature and value, and, simultaneosly, in the unique self of others, specially women.

One of the great insights of the Juggler Method is that an interaction is like a business transaction, where both sides should invest in the relationship in a balanced way, and that a "alpha" guy only shows interest in a woman who has made some effort to win his interest.

Mystery Method and the entire M3 is based on that theory of value also, where an "alpha" is a guy of high value, as perceived in the social environment (to Mystery, reproduction and survival value), and all alpha men are seeking to connect with a woman also "alpha", which could add high value to him.

In Zan´s view of seduction, a alpha, or, as he calls, a natural seducer, is not worried with being the prize or the alpha. Actually, he is secure of his own sexuality and value, and is able to look outside, searching for value in women - to him, every woman has a natural value, laying in her beauty and singular presence and in her way of flowing in this world.

The truth is that the value is at the heart of the whole attraction process. In essence, therefore, a natural is a guy with the greatest possible value perceived by others. For me, each one must go throughout his own personal journey to recognize and develop their own value.

This leads to some additional considerations. Everything that guy has high value has a equivalent cost or price, so it´s required a effort to get him. It carries me to another Juggler´s idea that I develop here.

Being such a "prize" means to have a price equivalent to the amount you have. If I am an expensive high-value guy, she must pay a high price to deserve me. And indeed, anything of low price is automatically associated with low value: no one believes in a Ferrari for free, and the fact that a Ferrari costs 1 million increases its perceived value.

It is essential that I have a real idea of my high price, and treat myself this right way, with high esteem (pun with self-esteem) and high appreciation.

Pricing correctly is essential. The first thing I have to do is recognize my price, so my price must be consistent with my high value. This means that only get laid with that women that I recognize to have high-value, or, in some way, wants to pay the price to get me, that is, to please me, to make a effort, and being or behaving in a way that meet my high stands.

One natural seducer is natural, spontaneous, honest and transparent: it is not afraid to be who is not free to express their opinions and feelings, even if others can desqualificate him because of his ideas(even if you have to lose a woman for that reason).

He is sociable, charismatic, relational, and that comes from his self vibe, which is expressed freely and, above all, a attitude of giving value, that does not seek value of others. A person who recognizes the value of other without feeling worse than them is a high value guy.

He appreciates the value of other people. For having high value, he is accustomed to interact with people and sharing high value, and expect benefits and increasing of value to him in a relationship.

This concept is also important: EXCHANGE OF VALUE. Every interaction is exchange. If I have value, I am generous in recognizing value, but I hope that it´s reciprocal: I want to get value in return. Specifically, two people remain in a relationship when it adds value to the both. When all win in a transaction, this is a balanced relationship, and that is the principle of a healthy interaction.

Speaking more of the assessment, or the recognition of the value of others. This is an idea of 3M, the Juggler and indeed Zan. Equal to my metaphor of the PUA as miner , a rich merchant of pearls and precious stones, or a goldsmith: a PUA is an expert in recognizing and assessing the value of other people. This may be intrinsic value, the beauty, character, personality, or something that the person has done by merit, an effort. A seductor miner makes people (especially women, in the context of PU) express freely her unique being and diggers these stones, getting which is valuable (in value). That is the basic work of the PUA.

Then, when recognizing the value shown by a woman, this justifies I scalate, showing genuine interest, appreciating and rewarding their efforts. At this point, both Mystery and Juggler speak about qualificating women, which justifies a phase shift, a open window to climbing.

Zan, otherwise, simply says that when a natural seducer sees a woman passing by him, he just follows his own desires and approaches her. Her inherent value as a woman, her female sexuality, her beauty, is a strong afrodisiac, a magnetic fource he can´t resist but meet her.

That´s a simple truth, not very obvious to many, and that is as a revelation to me. This view joins the apparently antagonistic approaches of natural and indirect game in a unique view of seduction.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Descendente de guerreiros - Zan Perrion



Vamos fazer uma breve viagem ao passado distante. Não um percurso vago, mas um percurso específico - um que nos levará ao longo de um percurso muito interessante, um caminho que consideramos muito raramente, ou nunca.

Para começar, vamos tentar imaginar o que o mundo em torno de nós era, digamos, há mil anos atrás. Ok, agora vamos ver ... com um pouco de licença, nós podemos dizer que esta foi praticamente a vez na história quando as primeiras sementes de amor cortês foram semeadas, quando trovadores estavam apenas começando a escrever poemas líricos e conceitos abstratos como a cavalaria, e quando cavaleiros estavam apenas começando a entrar em seu próprio país. Então, sim, este é um excelente lugar para começar a nossa viagem.

Agora imagine um homem de pé sobre a terra há muitos anos atrás. Esse homem, algures na terra, e mil anos atrás, tinha um filho, que então passou a ter um filho, que também teve um filho, que, por sua vez, teve um filho, e assim por diante, todo o caminho para baixo através da séculos. Estes homens, todos eles criadores, produziram uma linha muito direta e distinta de pais e filhos, todo o caminho até a idade moderna.

E, mais especificamente, todo o caminho para baixo até você.

Ah, esqueci de mencionar que o homem que você deve imaginar mil anos atrás é o seu antepassado direto? Bem, vamos imaginar agora. Como é que ele se parece? O que foi que ele estava vestindo? Que tipo de pessoas estavam em volta dele? E que terra era essa onde ele estava de pé? E enquanto você está pensando nessas questões, considere esse excelente pensamento: cada um de nós que vive hoje tinha antepassados que viveram na terra há milhares e milhares de anos atrás, na verdade há alguns milhões de anos.

Por isso, ele está lá. Esse homem era seu sangue. Você é o seu legado. No decorrer e através destes muitos anos entre você e ele, esse distante antepassado em uma terra distante, é uma longa linha ininterrupta de pais e filhos, criadores, os homens que, em última análise, criaram o que você é hoje.

E agora vamos refletir sobre os muitos milhares de homens que foram contemporâneos deles que não têm descendentes diretos vivo hoje. Em outras palavras, algures nos últimos mil anos, eles ou seus filhos, filhas e seus descendentes não deixaram descendentes.

A implicação, é claro, é que você tem o sangue dos vencedores que circulam nas suas veias. Pense nisso por um minuto. Seus antepassados tinham a força e a coragem e imaginação para criar. Contra todas as probabilidades - vida curta, baixas esperanças, guerras, cruzadas, fomes, perseguições, pragas e pestilência - eles perseveraram.

Eles ganharam.

Através de todos os séculos, o obscurantismo medieval, o Renascimento, a Reforma eo Iluminismo, através dos incríveis períodos de Exploração e Colonização, através da Idade vitoriana, da era industrial, através da Guerra Civil e guerras mundiais, através da Era da Informação, todo o caminho para você.

Você, meu amigo, tem o sangue dos campeões.

Seus pais eram aventureiros, pioneiros, e guerreiros ... guerreiros que se situaram em uma batalha com uma espada.

sábado, 19 de julho de 2008

Levando um fora na esportiva



As mulheres não são muito diferentes de nós no que se refere à atração. Pelo menos, não no que diz respeito aos mecanismos inconscientes que a fazem se atrair por um tipo específico de cara (ou de mulher!!!!)

Por acaso uma mulher pode ser acusada de culpada por se sentir atraída por um tipo particular de cara, de gostar de um tipo de estilo, de corpo, de rosto, de atitude, de beleza?

Se ela gosta de caras com dinheiro ou fama, se elas curtem caras divertidos, carismáticos, sociais, alfas? Elas foram programadas para isso por sua biologia milenar e pela cultura. Tanto ela é responsável como nós, homens hetero, podemos ser responsabilizados por nos atrairmos por um tipo especial de mulher, com um quadril assim ou assado, um tipo de cor de olhos, de comportamento, ou de querermos transar com algumas mulheres e não querermos com outras, por mais legais e Nice girls que sejam.

E sabemos que muitas mulheres, por mais que tentem nos seduzir, provavelmente não conseguirão, e fariam melhor se procurassem caras à sua altura. Uma HB age exatamente da mesma forma. Não devemos nos aborrecer se uma delas resiste a nossas investidas, torce o nariz ou age bitchy. Estão sendo elas mesmas, naturais, espontâneas. Se gostam de um cara ou de você, isso não está muito no controle delas, é atração a que podem ceder ou não. Se te amam mais ou menos, se te traem, se te desejam, agem tão impulsiva e institivamente como nós.

O que está a nosso alcance é não levarmos nada a sério nesse esporte divertido da sedução, e sermos o mais atraentes e interessantes possível, ainda sendo autênticos. Qual a mulher certa? A que nos atrai ao máximo e nós atraimos ao máximo. Química. Isso nos poupa tempo e o delas. E lembre-se: se ela não responde às suas investidas, ela não pode ser acusada por isso, então leve na esportiva e divirta-se no processo!

domingo, 13 de julho de 2008

Saídas e Recaídas Corsárias


Esta semana foi atípica. Na terça, fui novamente à The House com o Alucard, e foi divertido. Conheci uma morena quente e quase rola um one night stand, mas ela preferiu cuidar da irmã, e ia embora no dia seguinte. Na quinta, resolvi sair com Iracema, que não via a tempos, e na sexta revi a ex-namorada, agora amiga, que queria me entregar um presente que comprara para mim em sua viagem a Londres...

Para que... o que começou num tranquilo happy hour terminou em uma esfuziante noite de amor... e agora o corsário está mareado com a força das ondas bravias... é atemporal o dito que quem brinca com as brasas ainda fumegantes de uma antiga paixão não sai ileso... E o que será agora?

Ontem reencontrei o amigo de longa data Matt, agora um paulista, um desses que a PU me trouxe e que sem ela eu não teria conhecido, o que considero uma das maiores vantagens de ser PUA. Fomos para aquela festa junina no Jardim Botânico, encontrando outros amigos e minha irmã e prima que nos esperavam lá. Estava frio, havia uma fogueira na rua sem saída, muita gente, muitas caipiras lindas, e muitos gaviões também nessa quadrilha. Dancei muito forró, que amo, e conheci algumas moças muito prendadas. Uma delas, num ônibus, quando ia para a festa, e ao sentar ao lado dela comecei a papear sobre a festa, meu apreço por festas juninas por ser no mês do meu aniversário e... o papo fluiu, ela inicialmente desconfiada... acabei a reencontrando lá, e dançamos, pulamos fogueira e quase casamos na igreja da roça.

Fiz amizade com umas psicólogas que papeavam, dancei com uma delas, mas ela já tinhad dono... foi divertido falar do nosso amor à psicologia... quem é psi entende.

Também conheci uma tal Ju, canceriana amiga do Peixe, e seu fascínio era ser um tanto exótica, e algo apaixonada. Mas ela me falou tanto de sua paixão abissal que me lembrou a minha, e acho que isso apagou meu ímpeto de raptá-la. Prefiri pular fogueira.

O Alucard e o Capoeirista tinham ido lá comigo, a muito custo de arrastar o teimoso Alucard, que queria realizar a missão 18 do Style (há três meses está a concluir a missão completa...) e estava obcecado em chegar na Patio Lounge, que estava às moscas. Enfim, vi o Alucard abrir um set pela primeira vez, usando um opinion opener "preciso de uma opinião feminina sobre algo... saca só, mas só vou ficar um minuto...quem mente mais..." Pensei, o Mystery não usaria isso no Brasil...

Papeei horas com o Matt, um amigo de qualidade, de alma densa, com uma cultura eclética, alma curiosa e às vezes sombria, andando um tanto pessimista depois de algumas semanas na luta por um lugar ao sol no mercado financeiro... ele me disse: vida é sofrimento... aquela frase do Buda. Acabei falando pra ele do devir e do centro dentro de nós, nosso Deus interno... Namaste. O papo flui até a hora de irmos embora, quando, infelizmente, nos envolvemos num acidente leve de carro, sem vítimas, ao sermos albarroados por um taxista. Ficamos das três às seis esperando a viatura e papeando sobre o Juggler, filosofia, devir, budismo e o insólito dessa existência às vezes murphyana, mas para mim sempre lírica e pungente. Tragédia, paixão, poesia. Salve os ditirambos dionisíacos!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Segredos dos Naturais - Wayne Juggler Elise



Você acha que Michael Jordan se debulhou em lágrimas toda vez que ele perdeu uma cesta, Senna quis se matar toda vez que perdia para o Nigel Mansell ou Warren Buffet foi imediatamente pra terapia toda vez que sua opção de ações caiu na Bolsa?

Como você aprender a jogar basquete se você nunca poderia aceitar errar uma cesta? De que forma vai melhorar sua habilidade e, eventualmente, a sua felicidade com as mulheres se você se aterrorizar com som do "não" das mulheres que abordar? Desculpe, é que vai acontecer uma hora ou outra. Quanto mais você errar a bola quando for um novato, o mais cedo você vai melhorar suas habilidades, e com a experiência você verá que errará menos. A rejeição em si não tem efeitos radioativos nem deixa sequelas irreversíveis...

Eu estava com um cliente recentemente, e me aproximei de uma daquelas mulheres lindas que não dava bola para ninguém ao redor. Eu me apresentei com confiança. Demorou um tempo enorme para eu obter algum resultado a partir do "vácuo" criado, e ainda assim obtive apenas um frio aperto de mão e um nome. Ela não manteve nenhum contato visual, simplesmente ignorou a minha pergunta, não me deu nenhuma atenção ou energia ou que seja.Ela só olhava para frente, em minha direção. Na verdade, olhava através de mim, tudo isso na frente do meu cliente. A semana anterior eu tinha tido uma interação mais amorosa do que eu mereço com uma menina tipo 9. Agora eu estava em uma nova cidade, e esta menina, talvez um 5,5, com quem eu não teria dormido nem se me pagasse mil reais, estava sendo extremamente rude comigo...

Poucos minutos depois, ela viu alguma coisa por trás de mim e irrompeu numa explosão de alegria e de festa, e acho que eu não tinha visto alguém tão animado assim em 2008. Ela recuperou a sua compostura e lançou uma vibração sexy pelo ar com um enorme sorriso para alguém atrás de mim. Um jovem surgiu, pegou sua mão e beijou sua bochecha. Ela olhou para mim como se tivesse ganho US $ 100 milhões e casado com Brad Pitt no mesmo momento. Nunca subestime o modo como as mulheres podem ficar animadas quando pensam ter encontrado um grande cara.

Acredito que era seu primeiro encontro, e ela estava tão ansiosa e animada esperando por aquele cara naquela enorme multidão, que ela praticamente não prestou atenção em mim. Além disso, eu era mais velho e uns bons 5 centímetros mais alto do que ele, e ela pode não ter querido "intimidar" o seu pretendente quando ele a visse conversar comigo.

Estou certo de que alguns de vocês que lêem esse post tenha se sentido feridos por uma destas terríveis garotas autoconfiantes com um comportamento grosseiro numa noite. Alguns de vocês podem ter registrado no fórum alguns posts, escrito freneticamente em busca de respostas, em busca de um "onde errei" ou "o que eu poderia ter feito melhor".

A vida torna-se mais fácil, melhor e mais feliz quando concentro todas as minhas energias em coisas que posso controlar, como a minha reação interna a um acontecimento externo, a minha energia ou vibe social, como me sinto quando eu entro num bar ou com o número de pessoas que eu posso falar em uma noite.

Talvez eu possa evitar concentrar minhas energias em coisas que eu não possa sequer começar a entender, e muito menos controlar. O que se passa no interior da mente de uma estranha mulher certamente está fora de cogitação.

Deixe-me dizer-lhe, como certamente como Newton, que Força = Massa X Aceleração;

Quanto menos você se preocupar com a rejeição, menores as chances de que você seja rejeitado.

O segredo de Michael Jordan e de todos os grandes naturais é... A PRÓXIMA! …

Wayne Juggler Elise (www.thecharismaticman.com)

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Projeto Rio de Janeiro - Primeiras sarges: Nuth, The House, Hotel Ouroverde.


Semana passada comecei com o Alucard a rodar o projeto Rio de Janeiro. Atualmente, Alucard se tornou um de meus melhores amigos e wings na pu aqui nas redondezas, desde que ele se mudou das praias de Itacoatiara para as da Zona Sul.

Alucard é um garoto de 18 anos apaixonado pelo Mystery Method por sarges. Além disso, é um irmão na fé, coração incrível e meu vizinho. Apesar de seu incrível AA, temos tido momentos incríveis, e ele se tornou um fiel escudeiro em todas as minhas aventuras errantes da pu. Artista está namorando, assim como Batera está apaixonado, Surreal, Enigma e Poeta sumiram, Matt está em São Paulo, Cuca ainda está se mudando para cá, e de vez em quando aparece Jasão e agora surgiram newbies como Smile, um pua promissor, e Snipes, que veio do Méier e gosta do Juggler Method. Tem ainda os amigos Milord, que gosta do Zan, e Uncle Beans, Gambler e Arnold, caras novos e legais, com uma vibe ótima... são também fiéis amigos, alguns não puas, mas who cares. Não saio só com puas, porra, meu lema é "The friends, first, ladies!"

Difícil achar alguém que jogue um jogo mais natural, sem rotinas enlatadas. Mas não me importo com o que as pessoas jogam, e sim com sua vibe e boa companhia. Eu me mantenho empolgado na PU, me sinto uma criança em disposição, energia e vontade de me superar e me divertir "dancing in the moment".

Alucard propôs o projeto Rio de Janeiro, após tentar chamá-lo de Copacabana, um plágio ao meu so called Copacabana Project. Ele está fazendo o Stylife há 3 meses, mas quando ele superar seus sticking points com seus 18 anos, com a minha idade estará sendo, com certeza, um mPUA da melhor qualidade.

Nosso projeto Rio de Janeiro, por enquanto contando comigo, Alucard e Smile pela beira, começou na semana passada. Durante a semana, nossa sarge começa na terça, na The House, um lugar cheio de gringos. Quintas, BG, sexta street Lapa para economizar e uma puta boate, sempre diferente, todo sábado...

Sábado fomos à Nuth Centro. EU, Alucard e Smiles. Na fila, comecei a interagir com dois grupos de meninas, cinco ao todo, batendo mil papos. Hoje, é natural para mim jogar Juggler, abrindo situacionalmente, comentando sobre minhas impressões e emoções, fazendo open questions, tentando qualificar a mulher pelo que ela fala, e recompensando seu esforço. Consigo chegar tranquilamente à fase pessoal (equivalente ao conforto do M3), mas ainda esbarro no SOI e na escalada sexual (equivalente à sedução do M3). A fila estava recheada de chicks, e entramos na boate na penumbra, ainda começando.

Sem entrar em detalhes, um de minhas interações memoráveis foi começar a conversar com uma loira muito atraente que estava sozinha num grupo de amigos que comemoravam um aniversário. Me coloquei ao lado dela e começamos a falar sobre a muvuca da festa, eu estar ali a primeira vez e achar curioso ela estar ali, de castigo, e a convidei para dançar... o papo fluiu até certo ponto e depois deixei-a comemorar com seus amigos.

Algumas outras interações, aberturas diretas, um grupo de meninas sentadas, o Alucard achava que eu não deveria abrir, e lá fui eu, mas não consegui o tal "hook". Numa dessas, estava eu no bar e uma morena alta e bonita, um tipão de mulher, e nem lembro mais o que falei, mas foi algo divertido e meio metido... desse jeito, papo vai papo vem chegamos ao close, mas eu estava muito cocky demais e acho que desandei no elevado valor, uma recaída no MM. Não peguei telefone.

Uma outra garota usava um vestido vermelho e, conversando com ela e com sua amiga, descobri que era uma mulher encrenca... O fato de ela ser exótica e complicada me chamou a atenção, e a qualifiquei por adorar mulheres complicadas, e o pior é que é verdade...hahaha Mas isso não passou do papo pessoal, e depois voltei aos amigos.

Vi o Smile interagir fácil com um grupo de meninas, aquelas que estavam na fila, e ficar bem íntimo da loira que, enfim, era bem interessante. Já era resto da noite e eu estava cansado, e aliás, como dizem os caras do MM, o set era deles, e eu estava apenas relaxando...

Foi uma noite divertida, e valeu a pena, especialmente pela chegada desse novo PUA Smile. Seja bem-vindo...

Na terça, o Alucard me levou para a The House... eu quase não ia, cansado como estava, e querendo meditar à noite e malhar de manhã. Mas a vontade de sargear falou mais alto, e a curiosidade de conhecer uma nova boate no meio da semana... Lá chegando, o som era bom, tocando um samba de raiz, e a casa estava cheia de gringos. Havia muitas australianas e londrinas, e alguns brasileiros.

De cara, fiz amizade com duas mulatas brasileiras das redondezas e dançamos samba juntos, perto do grupo que tocava animadamente. Desse jeito, conheci outras meninas, sendo duas delas londrinas, o que me fez colocar em prática meu cada vez mais treinado inglês.

Fizemos amizade com um simpático australiano, de excelente vibe e um bom concorrente, que nos apresentou suas amigas londrinas e da Austrália. Brinquei com a professora, num teasing que a acusava de bruxa por adivinhar meu signo. Ela não fazia meu tipo, mas era uma boa conversa, e hoje valorizo mais a social vibe que estar apegado aos resultados. Este é meu jogo hoje.

Ainda conhecemos outros grupos mistos, com namorados, duplas de meninas... minha habilidade social está cada vez mais afiada, o que é um fundamento sólido para o carisma.

Ontem, bem fresco na minha cabeça, está a sarge no Hotel Ouro Verde. Estou com tanto sono que vou escrever uma rápida síntese, quem sabe depois com prolongamentos.

Após sermos barrados da inauguração do Dolce Vita porque estranhamente os nossos nomes não estavam na lista, entramos VIPS no tal Ouro Verde, ambos de frente para a Av. Atlãntica e perto de casa. Estava vazio, poucas HBs, Alucard amogado, sets sentados, enfim, uma sarge complicada, era o que parecia.

Enquanto chovia buças lá fora, a mais memorável interação da noite foi conhecer a Rô, de Magé, com um grupo misto de meninas de 7 a 8 (a Ro, uma loira de lindos olhos azuis, bem-humorada e divertida, algo em torno de 8 HB) e o cara, um empresário do amor divertido, o Rods. Após comentar que ela era a mais animada, e talvez a única, da festa, papeei com o simpático niteroiense, na companhia do Alucard. Depois papeei um papo muito mais funny que cocky com a Ro, que me sacaneava me chamando de porteiro, morador de favela, etc, e levava tudo na brincadeira, dizendo que morava na roça, e outras bobeiras. Eu respondia, brincalhão, mas sabia que se permanecesse naquele nível não iria para o pessoal. Usei seu bom humor como qualificação para uma interação pessoal, e intercalava o contato com ela e com o novo amigo, as demais meninas e o Alucard. Ao fim, peguei seu tc e acredito que isso dá samba.

Houve também uma curta interação inicial com duas meninas, bem divertida, uma interação com um casal, o cara, o Rods, um surfista skatista pisciano lutador de jiu-jitsu com sua simpática namorada ariana e sua mãe morena extrovertida libriana, e charmeei a todos. Alucard sempre presente, falava pouco, até hookar com o surfista e trocarem altos papos. Falei de astrologia e outros assuntos que curto.

Depois uma interação a la MM que quase levou o Alucard ao orgasmo, eu abrindo uma dupla de garotas morenas magrinhas(algo em torno de 7) fazendo DHV, sendo chamado de gay (e sempre concordando) por gostar de astrologia, uma delas pisciana (o alvo), que me dava vários IOIs e veio sentar comigo em minha mesa, ao lado da sua, ao meu convite. A outra era uma sagitariana mais tímida, e o papo fluiu nesse jogo de valor e push-pull q não levou muito longe. Demonstrei alto valor mas não gerei conexão, as meninas acabaram descendo para dançar, chamaram até a gente (IOI), mas quando descemos muito tempo depois, outro cara tinha invadido o espaço. Dancing in the moment, poderia ter demonstrado mais interesse (SOI)... mas valeu, foi engraçado.

No lado de fora, abrimos um grupo misto de meninas, aquela loira gaúcha (7,5) de costas, a morena magra quase 8 e o amigo quase gay, que nos dava todo o assunto. A inovação foi o Alucard dar uma de romeno falando inglês a BadBoy (macarrônico), o grupo tentando entender e se esforçando para se comunicar, eu traduzindo e me divertindo... foi engraçado, mas não muito avançado em escaladas pessoais e sexuais.

Enfim, já eram quatro da manhã e eu estava podre. Mais importante, voltei a sargear a porra toda, jogando Juggler com um mix de 3M às vezes (não MM, mas o modelo M3), na companhia de um bom amigo, num projeto. Muita diversão, muito aprendizado. E cansado, mas pronto para ir para Búzios com uma galera... essa viagem promete.

sábado, 28 de junho de 2008

Apresentação a um novo pua



Ontem saí com uma galera da pu e entre eles havia um camarada seu. Interessante como a rede se fecha, o mundo é uma aldeia...

Obrigado por compartilhar informações e contar um pouco da sua história. Mantendo a coisa equilibrada, eu conto um pouco da minha história também. Minhas primas e tias me bolinavam desde os 6 anos, uma espécie de "estupro infantil" consentido... e isso despertou minha sexualidade precocemente. Desde então, me considero um amante de mulheres e elas exercem um fascínio natural sobre mim. Na adolescência, meu lado intelectual-nerd e minhas crises existenciais me faziam tímido e introvertido, mas a vontade de me relacionar melhor, de estar entre os naturais e amar as mulheres permaneciam. Seguiu-se um longo celibato sexual que durou por toda a adolescência. Nessa época, devorava literatura, esoterismo, filosofia, ciências da mente e outras sabedorias... com cerca de 17 anos, comecei a me desinibir e gradualmente a desenvolver um melhor sucesso com as mulheres, abordando-as na rua, em ônibus e no meu círculo social. Eu já era um amante das mulheres, mas queria as melhores. Comecei a ler, sozinho, sobre a literatura clássica da sedução: primeiro, A Arte da Sedução de Ovídio, depois Diário de um Sedutor, de Kirkegaard, em seguida Ligações Perigosas de Chordelos de Laclos, A Arte da Sedução e as 48 Leis do Poder de Greene, e as Memórias de Casanova. Isso me fez um cada vez melhor sedutor.

Nessa época, um amigo me apresentou formalmente à pu com um livro de David Copeland e Ron Louis, chamado "como se dar bem com as mulheres". Isso começou a me despertar sobre a pu como um jogo, e melhorar minhas cold approaches. Isso fez dar um salto nas minhas conquistas. Fui procurar mais material prático e achei a porcaria dos manuais de sedução da internet, com caras como Rafael Correa e Darlan... isso pelo menos me fez entrar em contato com uma comunidade de pu pela internet e me apresentou, pela primeira vez, aos puas. Minha vida ali começaria a mudar novamente...

Conheci puas de Sampa, Minas, Venezuela, Argentina, África do Sul... cultivei novos amigos e criei uma comunidade de pu no Rio de Janeiro... hoje pratico um jogo mais natural, e gosto de caras como Juggler, Zan, BadBoy, e o BluePrint de Tyler Durden.

Hoje, tenho um estilo de vida que curto: praia, surf, escaladas, sarges, amigos, mulheres...

Thank you for sharing information and tell a little of your history. Keeping things balanced, I´ll tell you a little of my personal story too. My cousins and aunts made light sex games with me since I was 6 years old, a kind of "child rape" consented ... and that my sexuality awakened early. Since then, I think I become passionated about women and they had a natural fascination to me. In my teenager years, my cerebral side-nerd closed me to new sexual experiences and my existential crisis became me shy and introverted, but the desire to have better relationships, to be among the naturals and loving women remained. It was followed by a long sexual celibacy that lasted throughout adolescence. At that time, I read a lot of literature, poetry, esoterism, philosophy, sciences and other wisdoms of mind ... with about 17 years, I began to open myself and gradually developed a better success with women, approaching them in the street, on buses and in my social circle. I was already a lover of women, but wanted the best ones. I started to read, alone, the classic literature of seduction: the first, The Art of Seduction, Ovidio, after Diary of a Sedutor, Kirkegaard, then Links of dangerous Chordelos of Laclos, The Art of Seduction and the 48 Laws of Power Greene, and the memories of Casanova. That made me an even better lover.

At that time, a friend introduced me to formally to pu with a book written by Ron Louis and David Copeland, called "how to succed with women." This began to wake me to the perspective of pu as a game, and improved my cold approaches. That did make a leap in my achievements. I was seeking more material, although I only discovered trash seduction material avaiable in net... at least it made me get in touch with a community of pu and it introduced me, for the first time, face to face with the real puas. My life there started to change again ...

I met puas in Sampa, Minas, Venezuela, Argentina, South Africa .. made new friends and created a community of pu in Rio de Janeiro ... today play a more natural game, and like the guys as Juggler, Zan, BadBoy, and BluePrint of Tyler Durden.

Today, I have a lifestyle that short: beach, surfing, hiking, sarges, friends, women ...

What about you?

terça-feira, 10 de junho de 2008

A importância da alegria (Wayne Juggler Elyse)



Oi Giacomo,

Esperamos que você esteja bem e que você tenha tido uma chance de pensar
sobre a lição que discutiu ontem. Vamos falar sobre uma qualidade que as mulheres acham atraente.

As únicas coisas que as mulheres acham atraente (pelo menos uma mulher
que valha a pena conhecer) é a alegria. As mulheres são atraídas por homens felizes. Se você pode demonstrar uma verdadeira felicidade, então você pode
maximizar a sua atratividade. Pense nisso. A
pessoa mais carismática em um grupo é a que está sorrindo e se
divertindo. Que é mais sexy, Bill Clinton ou Karl Marx? Clinton
quase sempre tinha um sorriso em seu rosto e gozava a vida, ao mesmo tempo em que
Marx era um revolucionário deprimido.

Quando eu ou um dos instrutores do CA leva um cliente
para o campo e faz com que abordem mulheres, podemos dizer o quão
bem-sucedido ele vai ser não pelo quanto as mulheres parecem estar se divertindo com ele, mas sim o quanto ele está se divertindo.

Mas este não é o caso da abordagem que a maior parte dos homens faz com as mulheres. Eles parecem estar trabalhando. A sua abordagem parece sem alegria e espontaneidade. Mulheres não são atraídas por homens que têm de se esforçar para obter as mulheres.

Cara: "Olá. O que pensa deste bar?"

Garota: "Eu não sei. Por que você quer saber?"

Cara: "Uh, uh, eu estava apenas imaginando. Desculpe, mas eu vou embora
agora ".

O nosso cara se excluiu sozinho. Ele se pegou perguntando algo pelo qual não estava ligando a mínima. Forçar conversa desta forma é um claro indicador, para uma mulher, de que um homem está se esforçando ao invés de desfrutando de uma conversa. Ele diz a ela que ele tem de trabalhar para conquistar mulheres. Isso não é nada atraente.

Traga para a conversa tópicos que você tem algo a dizer.

Você: "Então, que livro você está lendo?"

Ela: "A Casa, da Danielle Steel. Por que você pergunta?"

Você: "Bem, eu gosto de livros. Você pode dizer muito sobre uma pessoa a partir do que ela lê. Mmmm, Danielle Steel, não conheço bem, mas já li alguns romances antes. Ahem, quero dizer apenas por curiosidade, naturalmente. Na verdade, estou a ler Sunshine Chen Chen. É sobre a arte de roubar. Muito inspirador. Eu poderia
roubar um banco. Você poderia ser a motorista durante a nossa fuga."

Ela: "Ok, eu tenho um pé de chumbo".

Você: "Isso pode ser legal. Então, qual é o seu livro e que tipo de
personagem você seria? "

Ela: "Bem ..."

Observe o que você fez aqui ... você está falando sobre algo que pode
desfrutar, e fazendo dela em participar de seu mundo. Isto torna mais fácil para
ela começar a seduzir , e agora sua conversa está fluindo.

Igualmente importante é não ser demasiado dependente de resultado. Lembre-se:
seu objetivo não é pedir aprovação, mas DAR aprovação
depois de encontrar uma mulher única, ao reconhecer suas qualidades. Se você não procura por aprovação, você não vai ficar zangado ou
ser pego de surpresa por mulheres ou reações negativas. Às vezes as mulheres não
dizem o que você quer ouvir.

Homem: "Olá".

Mulher: "Eu não quero falar com um cara agora."

Homem: "Ei, eu gosto de sua franqueza. Vou estar por perto se você
mudar de idéia. "

Esta interação realmente aconteceu com um dos nossos instrutores Matt, durante um bootcamp. O cliente estava em um mente aberta onde ele não estava procurando aprovação de uma mulher. O espantoso é que mais tarde ela veio falar com ele, comprou-lhe um bebida e insistiu para que ele registrasse o seu celular.

Quanto mais você não está apegado à aprovação das mulheres, mais livre
você estará para desfrutar o momento e mais você será capaz de agir de forma divertida seja qual for a reação de uma mulher.

Vá lá fora se divertir.

Até à próxima vez,
tudo de melhor,
Wayne "Juggler" Elise

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Como escalar (por Wayne Juggler Elise)


Oi Giacomo,

Aqui está uma pergunta comum de eu receber.

"Caro Wayne,

No domingo eu conheci esta mulher no hortifruti. Ela era meu tipo:
tipo. Atlético com uns grandes melões...rs Cerca de 30 anos. Ela parecia amigável, como se quisesse conversar.Falamos sobre comida mexicana. Minha
mãe é mexicana. Mas depois de alguns minutos, parecia como a conversa se esgotasse...Eu não sabia o que fazer depois, então eu disse adeus e fui embora. Dêem-me algum material. O que eu posso falar em seguida?
Obrigado,
Desesperado, de Seattle "


"Caro Desesperado,

Você está cometendo um erro clássico de lógica. Você acredita que é o conteúdo do
suas palavras que as mulheres acham interessante. Então você está tentando
estender seu papo platônico. Mas esse não é o modo como as mulheres funcionam.
O que as mulheres se interessam não é por conteúdos interessantes, mas por CONTEXTO - o contexto do relacionamento entre você e ela.

Você deve ampliar continuamente neste contexto, a fim de manter a mulher
interessada na interação.

Tentando dizer coisas interessantes, a fim de prender a atenção de uma mulher
atenção é difícil e, por fim, pouco ajuda no avanço da relacão de um relacionamento romântico para um clímax sexual. Em vez disso, prenda a sua atenção aumentando os níveis de sua interação. Isso é conhecido como "escalada". Você precisa escalar a natureza do seu relacionamento com ela no sentido de um desfecho romântico ou sexual.

Escale e você nunca vai ficar sem assunto depois de uma conversa platônica. Isso vai acontecer porque você vai ficar muito tempo num "modo" platônico tempo suficiente para esgotar o assunto. Você irá escalar a interação rapidamente, saindo do modo platônico para o pessoal, e depois para o sexual. Boa sorte. Seu amigo, Wayne"
Eu sei... Isso naturalmente suscita a questão, "Como se escala?"

*** *** Como escalar


Imagine se eu andasse em sua direção lhe desse um presente, um ingresso para o Maracanã, uma bela carteira, ou algo que você desse valor. O Que
que você acha? Você aceitaria? Provavelmente sim, mas provavelmente você acharia suspeito, "Por que é que o Wayne, que eu nunca conheci mais gordo, quer
me dar um presente?"


Mas agora imagine que todos que te conhecem te deram um presente.
Além de se tornar muito mais comum para você, você provavelmente tornar-se-ia
blasé acerca de toda a transação.

"Olá, prazer em conhecer. Blá, blá, blá. Onde está o meu presente? Não tem um laço para embrulhar? Volte e embrulhe-o corretamente."

Você só pode começar a recompensar pessoas que lhe deram algo em troca. Ser recompensado por nenhum esforço da sua parte só iria estragar você.

Essa é a realidade para muitas mulheres atraentes. Homens as recompensam
apenas porque eles são gostosas. Nenhum esforço é exigido. Tal como uma técnica
para obter as mulheres, isso raramente se paga. As mulheres se deliciam em ter seu ego afagado pelo rapazes pela sua aparência desde os treze e criam peitinhos. Esse tipo de atenção por parte dos homens não é mais um deleite ou até mesmo uma novidade. A mulher sente apenas um momentâneo afago no seu ego, seguido de um rápido regresso à busca de algo mais valioso.

Alguns homens têm descoberto uma "solução" para este problema. Seu jogo é simples. Eles se recusam a mostrar atração por uma mulher. Inúmeras "técnicas evolucionárias" de como ser bem-sucedido com as mulheres são variações sobre este mesmo tema: Jogue o jogo difícil de se conseguir, seja escasso, seja o prêmio, aja de forma metida e divertida, seja distante e uma mulher vai pular em cima de você implorando por transar. Para um homem que costumava demonstrar muito interesse de graça e sem ser recompensado, isso pode trazer uma sensação de poder. Ele não é mais um lambe-botas!

Mas nem todas as soluções simples são soluções eficazes.

Você não pode escalar uma relação de platônica para sexual ou romântica sem mostrar interesse por uma mulher.

Vou explicar.

Uma mulher atraente não irá lançar-em em cima de um homem. Fazer isso conota desespero, e as mulheres desesperadas são a escória entre as mulheres em qualquer lugar. Pegue o termo "piranha". Quando uma mulher chama uma outra de "galinha", ou "puta", ou "vagabunda", isto não implica em que a ofendida tenha muitos parceiros sexuais. Esse termo, entre as mulheres, significa uma mulher fácil, que se lança facilmente nos braços de um homem. Ela está agindo de forma desesperada. Nenhuma mulher quer ser chamada de desesperada.

A maioria das mulheres raramente irá assumir a liderança. Se você está à espera de uma mulher para fazer a primeira jogada, você pode deixar crescer uma longa barba branca primeiro. As mulheres não querem parecer desesperadas. Portanto, se você
recusar-se a mostrar interesse em mulheres, você irá se encontrar repetidas vezes em situações que podem ser divertidas, que podem até mesmo levar a encontros, mas nada demais acontece. (Para mais informações sobre "anti-desespero", consulte o blog no http://www.charismaarts.com/blog/Juggler/29)

Face a esta situação, parece que você está num beco sem saída. Mostre interesse e veja seu valor diminuir aos olhos dela, não mostre interesse e nada acontece...

Mas existe um outro conceito que torna possível a escalada.

Esforço e recompensa *** ***

Agora imagine que você gasta uma hora lavando e polindo minha moto. E então eu lhe dei um presente. Como você sente? Você provavelmente iria valorizar esse presente. Você iria se sentir como se você tivesse merecido. É assim que queremos que nossas interações com as mulheres sejam. Queremos mostrar o nosso interesse por elas para que possamos escalar, mas, ao mesmo tempo queremos que elas façam um esforço em sua relação com a gente, para que elas valorizem nosso interesse. Esforço associado à devida recompensa é a base de uma escalada efetiva.

Portanto, o que é que constitui o esforço dela? Eu defino o esforço como ela colocando seu ser único, singular e individual na interação com você. Se
você mostrar interesse baseado na individualidade dela, por algo que ela tenha feito um esforço para revelar, então, ela irá valorizar seu interesse. Você pode fazer
uma escalada rumo a uma interação que possa ter um desfecho romântico.

Seguem-se exemplos (maus e bons...)

Ela: "Eu dou aulas para alunos de segundo grau."

Você: "Uau, isso é maravilhoso. Você é uma pessoa tão especial por ensinar crianças. Posso te convidar para conhecer minha mãe essa noite?"

Ela: "ACK!" (Enquanto ela bate em retirada...)


Essa foi recompensa DEMASIADA para a quantidade de individualidade que ela revelou. Há uma certa incoerência. Ela vai sentir que você não poderia realmente apreciá-la por tão pouco. Ela vai sentir que ela não disse nada para merecer a sua bajulação. Isto faz com que ela fique desconfortável e desconfie de seu interesse. Vamos tentar
novamente.

Ela: "Eu sou uma professora de 2º grau. O meu aluno se chama Kyle
e tem seis dedos em cada pé. Eu juro isso é verdade. Ele tem um senso de
humor. Eu não gosto de bebês chorões. Eu gosto de crianças divertidas."

Você: "Que maneiro!!!! Então, em que cidade você mora?"
Ela: "Isso importa? Hey, estou vendo alguns amigos com quem preciso falar... tchau!


Aqui nós temos o problema oposto. Não havia nenhuma recompensa pelo seu esforço depois que ela decidiu revelar algo interessante e específico. Nós ignoramos esse esforço e passamos batido, sem recompensá-la. As mulheres têm um instinto para as regras de escalada. Ela sente que que você será incapaz de levar a interação para qualquer lugar interessante. Ela fica entediada e parte.

Ela: "Eu sou uma professora de 2º grau".

Você: "Ei, já pensei em ser um professor no passado."

Ela: "Sério?"

Você: "Sim! Então me diga, como você consegue manter seus moleques na linha?"

Ela: "Eu simplesmente coloco um tom de voz diferente em que quero dizer que não estou brincando".

Você: "Sim, eu sou demasiado tranquilo para ser duro com esses moleques. Deixe-me
ver a sua cara de "sério, é melhor se sentar e calar a boca".

Ela cenhe as sobrancelhas e aperta seus lábios.

Você: "Isso é assustador. Qualquer mulher que pode ser assustadora desse jeito é a mulher certa pra mim... Acho que tenho que te conhecer melhor..."

Ela: (rindo) "Não seria má idéia."

Ele: "Vamos sentar ali naquele sofá para que possamos ficar confortáveis..."


Isso funciona muito melhor. É apenas a quantidade certa de interesse baseada na individualidade que ela revelou a você. Note que você é capaz de fazer avançar a interacção (Neste caso, movimentando ambos para um ambiente mais íntimo.) Isto é como você escala.

A escalada tem dois componentes:

1. A razão pela qual você está escolhendo a escalada. Isso vem de
algo que ela fez ou disse para você. Ela deve se sentir que fez algo para merecer o seu interesse crescente.

2. Uma declaração clara da forma como você deseja que a interação evolua.

"Gostaria de conhecê-la melhor", ou "Vamos tomar um café", ou "eu acho você tão sexy. "

As mulheres acreditam que um cara de valor quer que elas se esforcem por merecê-lo. Em uma maior escala, isso é verdade para todas as pessoas. Raramente os seres humanos reconhecem as coisas ou pessoas por seu valor intrínseco. Eles valorizam coisas que têm que trabalhar para obter.

Além disso, em "Como encontrar e se conectar com as mulheres", eu discuto a
diferença entre interesse genuíno e interesse desesperado. Você pode ler uma amostra
do capítulo aqui: http://www.charismaarts.com/products/howtobe

A propósito, você está registrado em nosso fórum? Você pode ler alguns
grande lugares e conhecer pessoas que estão trabalhando com alguns dos mesmos
idéias que você está. Gostaria muito de ver você lá:
http://forum.charismaarts.com/


Todos os meus melhores cumprimentos,
Wayne "Juggler" Elise

sábado, 7 de junho de 2008

A essência da sedução iluminada



A essência da sedução iluminada

Todo amante sabe que o verdadeiro segredo do seu poder sobre as mulheres reside no poder que elas têm sobre ele.

Ele é um amigo para as mulheres. Ele está encantado com a forma como se movem pela vida e o caminho que ocupam no mundo. A sua essência os enamora e os encanta, e em troca ele não pode fazer nada menos que celebrá-las.

Ele é um romântico, ele acredita no amor, e seu amor é completo, absoluto. Ele é um escravo do seu amor pelas mulheres. Não há espaço para a misoginia, nenhuma espécie da presunção, não há qualquer toxicidade de manipulação.

Ele sabe que as mulheres podem sentir imediatamente quando estão na presença de um homem que gosta de mulheres, que pensa que elas são bonitas, que as fazem sentir lindas, que se deliciam nelas. Ele realmente gosta de mulheres, e homens que gostam de mulheres são amados pelas mulheres.

Ele não sente necessidade de se validar para outros homens divulgando aos quatro ventos suas façanhas sexuais. Ele nunca beija e diz. Nunca. Seus encontros com as mulheres nunca são uma forma de reforçar sua própria auto-estima ou de acrescentar mais um nome à sua lista. É tudo uma questão de respeito.

Nunca é algo para tomar algo para si próprio, mas sempre sobre a partilha de algo com ela. Pois ele sabe que todas as experiências de vida são amplificados uma vez que são compartilhadas.

Seu maior medo é o de ser entendido como apenas mais um homem, ele não é como os outros homens, nem ele aspira a ser.

Se ele pensou por um momento que ela lamentou seu encontro com ele de alguma forma, ou de alguma se sentiu triste ou ferida por causa dele, isso iria partir seu coração. Ele não pode suportar a idéia de que uma mulher pudesse alguma vez sentir que foi manipulada por ele.

E, no entanto, ele não escondem seus desejos como um homem. Ele nunca retrata indiferença ou apatia em uma tentativa de passar sorrateiramente no âmbito do radar. Em vez disso ele abraça a sua sexualidade, apresenta-a para ela, sem presunção, está encantado se ela responde favoravelmente, ou de forma profundamente respeitosa, se não o fizer.

Ele entra cada uma de suas aventuras românticas com a novidade e excitação, como seu primeiro amor, tudo de novo. Ele sabe que o impacto que ele tem sobre ela, e que ela causa nele, irá ecoar no decorrer dos anos para ambos.

E ele vai se machucar? Será que ele sinta a pancada da perda quando a relação termina? É claro. Mas ele ama tudo isso exatamente da mesma forma.

Ele vive a sua vida acreditando que cada interação na vida é, na essência, uma sedução. E assim ele assume uma mulher está sempre interessada. Com efeito, poderia ser um falso pressuposto, naturalmente, mas é uma hipótese agradável, e assim esse é o caminho que ele escolheu para viver sua vida.

Ele nunca defende-se quando acusado de ser um jogador. Ele conhece a verdade: que ele nunca joga com as emoções de uma mulher. Ele está em paz consigo mesmo.

E assim ele não faz nenhuma tentativa de se desculpar ou de se justificar de ser da forma como ele é; ele não quer empatia nem absolvição, nem sequer, a este respeito, compreensão. Ele não tem qualquer necessidade de se defender, porque as mulheres são suas maiores defensoras.

Em vez disso, ele acredita que suas intenções são puras e mutuamente desejadas. Ele é autêntico e sincero, talvez o mais honesto homem que ela jamais encontrou. E as mulheres têm demonstrado sempre que a honestidade é o melhor afrodisíaco.

E, para ele, são todas as suas meninas. Toda mulher é sua mulher. Ele tem imensa compaixão para com as mulheres. Ele vê a sua tristeza e sua perda, seus sonhos desbotados, seus relacionamentos que acabaram ou que estão morrendo, suas carreiras difíceis e as responsabilidades inerentes, e ele faz com que seja a sua missão infundir a beleza em sua vida novamente.

Sim, ele foi criado por mulheres, formados por elas, e inspirado por elas.

Ele compartilha em seus segredos ...

(Zan Perrion)

terça-feira, 27 de maio de 2008

Carioca flamenguista recebe amigos puas paulistas


Amo sargear. Adoro me enamorar, viver aventuras românticas e sexuais com minhas belas musas, sejam gaúchas, cariocas ou paulistas. Mas sabe uma coisa que a PU me trouxe e que acho que é um grande prêmio? Amigos.

Recebo uma ligação do Krueger, de Sampa. O cara tá vindo pro Rio com o Tyler, um outro grande amigo e PUA, e mais uma "pivô", como ele mesmo disse, e seu "orientador" (de mestrado?). E quer sargear com Giacomo nas terras cariocas.

Não pensei duas vezes em chamá-los para ficar aqui em casa e de esticar no fim de semana. Tudo bem que tenho que terminar a bendita dissertação neste fim de semana, mas não vou perder a oportunidade de ciceronear meus amigos aqui no Rio, e levá-los para conhecer as célebres nights cariocas...

Já pensei em alguns lugares... amanhã, começamos no Clandestino, uma boate perto da minha casa, com rock´n´roll a noite toda e galera alternativa! Quinta, Baixo Gávea, a terra das patricinhas e garotas zona sul com bitch shield alto... sexta, um forró com Alceu na Fundição Progresso, e sábado... sei lá, tem tanta night sábado que deixa chegar perto pra decidir.

Enfim, fazer bons amigos é um fruto da PU, sobretudo de um artista carismático que se preze...

domingo, 25 de maio de 2008

Astronauta carismático em órbita das estrelas gaúchas. The charismatic astronaut breaking karmas




"Só conhecemos as coisas que domesticamos, disse a raposa. Os homens já não têm tempo de domesticar nada. Compram nas lojas coisas feitas. Mas como não existe nenhuma loja onde se vendam amigos, os homens já não têm amigos. Se queres um amigo, domestica-me!
…
Adeus, disse a raposa. Dir-lhe-ei um segredo. É muito simples: só se enxerga bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos".
Antonie de Saint-Exupery

Há tanto para falar... mas sinto-me só nesse meu planeta-blog azul, onde todas as estrelas dormem enquanto a noite fria canta uma silenciosa melodia...

Estou feliz. Missão plenamente cumprida. Aprendi grandes lições esta semana.
A mais importante delas?

Que tenho que mirar nas estrelas na PU. As estrelas não são as mulheres mais lindas necessariamente, embora sejam sempre belas. São aquelas que fazem o coração vibrar, que criam um encontro único entre dois seres, que é mais que química e física entre dois corpos, mas um colapso quântico.

Descobri que posso ser natural e autêntico e ter resultados tão bons quanto quando jogava o MM, e ainda melhor: agora a sedução SOU EU. Isso me faz mais autoconfiante, porque não foram as rotinas que me deram sucesso. Foi saber usar a minha personalidade, meus pensamentos e sentimentos, não meramente expressando todo o meu eu, mas amplificando aquilo em mim que causa um maior impacto, ainda assim sendo plenamente autêntico.

O dia anterior havia sido um desastre. Após o fim do Congresso, estava deprimido porque não conseguira concluir o romance platônico que começara com as duas mulheres que mais mexeram com meu coração nesse evento. Duas lindas e encantadoras meninas: Ge, uma festeira e insegura pisciana branca, descendência italiana com corpo escultural, residente de Igrejinha na Serra Gaúcha, e Mari, outra uma também branca e italiana, de corpo não menos avassalador, residente de Caxias do Sul, estudante de psicologia, e um sorriso que parece o sol na sua força. Duas mulhes pelas quais valeria um grande amor, pelo menos um mergulho na tentativa. De cabeça.

Mas, embora tenha sido bem-sucedido em criar rapport com ambas, não consegui atrai-las como queria, e enfim dar o tal "fechamento", passando de Platão à Paixão. Mesmo que desajeitadamente, eu precisava ter fechado a "gestalt", o laço que ficara aberto... Mas...

COom a primeira, Ge, eu deixei pra depois o grand finale, achando que ainda não era o climax. Eu tinha sinais sutis, ela me ligara me chamando pra balada, me mandou mensagens dizendo onde estava no bar... A despeito dos sinais sutis, eu fiquei desanimado quando cheguei no bar, com meus neoamigos paulistas que conhecera na fila e com umas mui gaupas gurias que conhecera há pouco na rua, e a vi num grupo do lado de um carinha que imaginei estar com ela. Mas eu não tirei a dúvida, eu poderia ter declarado meu interesse, ligado o foda-se e me lançado, mas não o fiz... deixei pra depois, quando a ocasião melhor se colocasse...

E a ocasião não veio!!! Não fui ao mini Oktober fest de Igrejinha, e ela não foi à festa de encerramento do Congresso no Bill Bar... muito menos respondeu a uma mensagem tardia de celular que lhe mandei, tentando corrigir o irremediável... Para tudo há seu tempo, e eu perdera o bonde... E fiquei com gosto de sonho bom que não se conclui... sabe quando se sonha que se vai comer um prato delicioso e se acorda com água na boca? A vida está cheia destes cortes, eu sei, mas a escolha desta vez foi minha: adiar. Se eu tivesse tentado, mesmo errando, não teria me torturado tanto, porque teria feito minha parte. Teria arremessado a bola, chutado pra gol.

E aí aconteceu de novo, com a Ma, dessa vez. Eu comentara para ela, que estava nos estandes da feira, que eu iria para a festa de encerramento do congresso, e a chamei e a amiga pra vir. Elas não deram certeza, nem eu senti firmeza, mas fiz minha parte, enfim.

Mas, para minha feliz surpresa, ela estava lá, no tal Bill Bar, que junto com o tal Botequim Santana se torna a opção na noite de Gramacho e Canela... lá estava Ma dançando com a amiga, parecendo uma aparição de Venus em plena Serra Gaúcha. Eu estava com um grupo de novos amigos da Fisioterapia, inclusive com umas gatas gostosas e universitárias... e deixei pra depois abordá-la... Achei que ela estaria lá me esperando... que daria tempo de falar com ela e charmeá-la. Fui até ela, e ela sumira. "O que?" Pensei. "Não fico esperando por mulher. Deixa eu interagir com outros grupos. Assim, de repente, aumento valor social e..." E lá fui eu, disperso nos grupos... Fui pegar um chopp e me distraí com uma loira interessante no bar. Interação vai, belos olhos, ela era interessante... Moral: fiquei com a loira (e nem me lembro o nome mais..." Mas me prendera ... o objeto de meu desejo estava em algum lugar, dançando ou sendo cortejada por alguém. Mas eu me distraí, ainda empolgado com a evolução de minhas habilidades carismáticas, e perdi o foco na mulher que poderia roubar meu coração... Mari. (ou não, mas eu precisava saber!)

O timing se perdeu... ambas se foram para outras cidades e provavelmente nunca mais as verei. Isso agora não é mais relevante!

EU aprendera a lição. Tinha que ser mais focado da próxima vez. Uma lição amarga, fruto de de se arrepender do que não se fez: pior espécie de remorso.

Na noite anterior, havia acontecido de novo a repetição kármica: conheci uma linda morena italiana (minha especialidade, haha), alta, branca, jeito exótico do jeito que eu gosto, e a apelidei de Mortícia. Após "charmeá-la" e a seu grupo de meninas (traduzo: envolvê-la e as suas amigas com meu carisma, vibe e jeito cativante e social), ela estava dando sinais. Aceitava minha aproximação, minhas mãos, meu sussurrar no seu ouvido a ponto de poder sentir seu delicioso perfume... então aconteceu de novo a repetição trágica: fui buscar cerveja e... de novo... acabei papeando com alguém e simplesmente perdi o timing e ela sumiu. Para nunca mais vê-la. O que eu estava fazendo???

Fiquei com outra menina, foi legal, mas não era quem eu queria. Que diferença isso fazia, então, em comparação com as nights pré-carismáticas? Eu estava de olho em resultados, tudo bem que agora tinha resultados bem mais consistentes graças às minhas novas habilidades... mas eu continuava deixando passar as melhores mulheres, aquelas que efetivamente me seduziam, me atraíam, que faziam minhas pernas tremer, a garganta secar, o coração apertar. Eu entrara na arte venusiana, e depois carismática, enfim, pelas melhores, não por mais quantidade apenas.

Então me perguntava: para que esses resultados? Em cinco noites, sete mulheres, sendo 3 na mesma? Para que essa contabilidade? Eu quero romances, quero fazer dois mundos colidirem no colapso de espaço e tempo, quero poesia, quero paixão. E as mulheres mais promissoras para me dar isso eu estava deixando perder pela facilidade de "pegar outras". Isso era repetir o padrão pre-venusiano. Average frustrated chump.

E aí hoje aconteceu de novo. No Bill Bar.

Mais uma repetição. Estava no bar papeando com novos amigos quando passa por nós uma loira, gaúcha, alta, seus 1,80m, com um decote lindo que deixava a barriga à mostra, esguia e esbelta. É claro que fui lá falar com ela do decote, demonstrando espanto de como ela aguentara o frio com aquela barriga de fora! (eu tinha andado 20 minutos na estrada fria para Gramado-Canela economizar o taxi, pois perdera o cartão de crédito... ai karma!). O legal é que ela sorriu e se abriu, e começamos a conversar. Seu nome era Carol. Como sempre, charmeei as amigas, inicialmente resistentes, e aos poucos estava "íntimo" do grupo. Ela parecia aberta, mas ainda havia poucos sinais efetivos de interesse. Eu fui pegar outra cerveja e... no caminho encontrei outra loira... e vocês já sabem o que aconteceu... fiquei com a tal loira no bar, e depois com outra menina exótica (que eu adoro) no caminho da chapelaria.

E mais uma vez perdi o timing.

Mas então percebi o óbvio. Eu tinha que "ejetar" a loira e procurar minha Carol. Nem que fosse a última coisa a fazer. Eu não ia repetir a burrice que fizera com Gi e com Mari. Era como se estivesse mudando meu destino, quebrando uma repetição, um karma idiota que estava me sabotando.

Achei, enfim, a minha Carol e, feliz, voltei a charmear o grupo, que comentou que sentira minha falta... então eu me aproximei do pé do ouvido dela (bar boate barulhenta...). Fui decidido e falei da forma mais autêntica que poderia, contei a ela que estava em jogo um lance kármico, e eu precisava falar com ela. Eu iria declarar meu interesse, usar o SOI. Descobrira, enfim, que SOI não se trata apenas de declarar interesse sexual, embora seja ótimo pára levar mulheres pra cama, mas se trata de declarar o mais singelo interesse, na transição da fase platônica para a romãntica. Trata-se de mostrar a que veio, de expressar que está interessado, no timing certo após algo que ela tenha feito de singular, único, algo que ela faça por merecer.

Daí, expressei a ela meu interesse romântico, dizendo por que sentia isso... por que minhas entranhas queimavam quando a via... porque ela tinha aquele misto de séria e exótica, aquele jeito alemão fechado, e ao mesmo tempo o decote e a tatuagem nas costas. Aquele paradoxo e contradição me enchiam de desejo e disse isso a ela de pronto. Não era uma declaração pela beleza dela, era uma declaração de interesse que ela fizera por merecer, por ter demonstrado sua singularidade, ainda que eu ainda seja um desajeitado garimpeiro de pedras preciosas.

Ela se esquivou, simpática, disse que não queria. Eu fiquei chateado, mas percebi que não estava no meu controle a decisão dela. Estava, ao mesmo tempo, muito feliz, porque tinha, enfim, cumprido minha missão... não era meu papel controlar a decisão, mas fazer o melhor possível o que só eu poderia fazer: me abrir e me permitir me envolver por algo único nela, esperando que esse encontro de dois mundos gerasse um colapso quântico. E não aconteceu.

Tudo bem, disse eu a ela. MAs eu estava feliz, e deixei claro, porque estava subentendido para ambos que não era hora do encontro. Talvez por inabilidade minha, algo que está no meu controle melhorar, e vou, pode escrever. No que depender de mim, serei o melhor PUA que o mundo já viu. Mas, ainda assim, poderia ser simplesmente que não era a hora. E eu me retirei, com o senso de missão cumprida. Tinha closeado, fizera minha parte. Era meu papel como artista carismático deixar isso acontecer, criar o lugar e convidar as pessoas para se juntar a mim lá, mas ainda assim sempre existiria do outro lado o acaso, o vazio, o silêncio e o desejo manifestos por uma escolha singular, e isso não estava no controle. Justamente por ser uma liberdade, quando acontece é uma explosão cósmica.

Então voltei à loira do início, que já beijara, e ela estava me esperando. Ficamos juntos, dançamos, namoramos. Havia raciocinado que agora que cumprira a missão, poderia, enfim, charmear a loira até levá-la para a cama. E estava conseguindo isso, após palavras "trovadas" ao pé do ouvido, carícias e massagens, e o tal SOI, narrando para ela o que ia acontecer conosco em seguida, e sugerindo que ela levasse as amigas em casa primeiro, porque eu queria massageá-la com minha especial técnica energética taoista e blablabla.

MAs eu não estava sendo autêntico. Eu não queria estar ali. Eu podia muito mais. Eu fizera amizade naquela noite com alguns amigos gaúchos, com algumas meninas, enfim... eu tinha opções de escolha. Eu era um carismático, um social vibe pua que conseguia charmer homens e mulheres. Eu não precisava mais de nenhum wing para ser pua. Nem de openers ou rotinas enlatadas. Eu havia charmeado dezenas de pessoas durante o Congresso, e mais outras tantas em tantas noites de Gramado. E estava ali, naquela noite fria de Gramado, saindo sozinho no tal Bill Bar, criando conexões autênticas. Eu era um carismático promissor.

E então desisti da loira, uma pedra semipreciosa, deixando de lado uma possível conquista que seria agregada à minha já sexagésima terceira libação a Venus. E indo atrás do desconhecido, do novo, do desafio. Enfim, da vida.

E Vênus me saudou com um presente nesta noite fria, me dando uma nova oportunidade de mudar o destino e fechar interações quânticas que haviam ficado interrompidas como um aborto, uma brochada, um coito interrompido. Avistei a morena Mortícia, uma epifania sentada próxima ao boliche,com mais três amigas, justo na hora em que, já quatro da manhã, eu decidira ir embora, cansado e duro de grana.

Sentei e resolvi fazer o mesmo que fizera com Carol: depois de encantar suas amigas, dançando um pouco de samba com todas, papeando com todas, enfim... iria ao encontro de uma mulher que, sendo tão singular, mexia comigo
.
Quase me distraí um pouco, porque ela estava cansada e a amiga adorara dançar comigo e parecia se abrir para meu charme. MAs eu havia aprendido a lição. Depois de poucos minutos, interrompi a dança com a amiga e puxei Mortícia para dançar. O papo continuou e eu, ainda garimpeiro desajeitado, procurava resgatar o caminho que dava sentido ao meu enamoramento... algo como esse jeito exótico e enigmático, esse segredo que ela não queria me dizer, as afinidades entre o jeito carismático italiano e o carioca.

Dançamos. Eu dizia isso a seu ouvido. Ela deixava. Sentia aquele delicioso perfume de seus cabelos negros, olhando aqueles lábios grossos e a tez branca. E então construí minha afirmação de interesse da forma mais natural e consistente possível, de forma que ela comentou o quanto eu era carinhoso e diferente por elogiá-la. Meu medo era perder o tom, e a massa desandar por um reconhecimento exagerado. Ela estava indo embora com as amigas... eu ainda queria dar o golpe final... de alguma forma me aproximei dela e simplesmente a beijei, e ela aceitou. E foi um beijo maravilhoso, daqueles que se encaixam com química perfeita. E depois nos desencontramos, na hora em que voltei para buscar meu casaco na chapelaria e, ao voltar, ela tinha partido, com pressa.

Mortícia me ensinou uma lição. Mirar as estrelas, aquelas que aquecem o coração e fazem brilhar os olhos. Não importa se irei alcançar todas ou não, mas sou um astronauta carismático.

I learned great lessons this week. The principal is that I have to look for the most shining stars in the sky. The stars are not necessarily the most beautiful women, although they are always beautiful in a sense. Those are the ones that make the heart vibrate, creating a single meeting between two beings, which is more than physics and chemistry between two bodies, but a quantum collapse.

I found that I can be natural and authentic and have good results, not playing games anymore, but even better: Now the seduction were ME. That makes me more self confident because they were not the routines that gave me greater success. It has been to learn how to use my personality, my thoughts and feelings, not merely expressing all myself, but amplifying my best one in a greater impact, still being fully authentic.

The previous day had been a disaster. After the end of the Congress in Gramado, located in the south of Brazil, I had the blues because haven´t closed the platonic novel that I had began with the two women who most melted my heart there. Gessy, the italian descendant, a happy party girl and insecure one from Pisces, with sculptural body and charming vibe, and Mary, with deep bright blue eyes, a cult and genuine lover from Cancer, no less devastating charm and body, psychology student, with a smile that seemed the sun in high noon. Two women for which it was worthy living a great romance, or, at least, a diving attempt. Upside down.

But, although I had been more successful in creating rapport with them, I was unable to close the bridge between Plato and Passion. The timing was lost ... they went away to their home cities and probably I never would see them again... It freaked me out.

The next night, I happened again as a karmic oat: I met a beautiful 1,80m Italian exotic brunet girl, that I nicknamed Morticia. After charming her and her group, she was giving good signals. She accepted my approach, my hands, my whisper in her ear, while I could feel her delicious scent... then happened the tragicomic karma: I walked around to buy a beer and... I distracted myself talking with some hot girl in the bar and losed the timing, to not see her again. OMG, what was I doing???

The another hot girl I was with was a funny dancer, a beautiful chick, but my heart was cold as ice. So I asked myself: What am I F. doind here? What was, actually, the difference between this self conceited pua now and the "afc" before? Okay, I was so better now with my new ladies´man skills, but... I still was letting go the best women, those who effectively seduced me, that made my legs tremble, let my throat dry, and squeezed my heart. I had entered to the venusian art before to game and score, but now I considered myself a charismatic artist, not only for more girls, but instead for more passion and romance in my life.

Was it worthy, in five nights, date seven women, three in the same night, with one night stands...? why such accounts? I wanted live novels, I had feel two worlds hit in the collapse of space and time, I wished more poetry, I desired loving.

And that karma seemed happen again. In the club. There was me charming a group of girls when suddenly crashed next to me that flash of lightning in the form of a slim tall blond girl, a german descendent, using a a red dress with a killer neckline that left me see her perfect belly and that dragon tatoo in her back. Immediately I opened her up and smiled, sharing my appreciation about tattoos and bellies...and telling her about my mountainclimbing scars... hehehe. Not to charming, but the adventure was worthy. Carol introduced me her friends, and in minutes I was "intimate" to the group. She seemed opened, but I searched for more signs of interest. I decided to walk around to pick some beer in the bar and... met another hot girl around, I started to talk to her and...kiss her.

But then I realized the obvious. I had to "eject" this hot girl and seek my Carol.I could break that karmic repetition... I finally found her and, so happy inside, returned to my charming vibe. So, I told her about what were happening in that mystic night, when I felt it was happening a karmic break, and, no matter how, she had a role to play. She giggled.

I burnet inside when told her how her mix of Virgo and Venus girl was driving me nuts, that strange paradox between that cult and cute girl, something serious and exotic one, that was like drinking wine and whisky and beer together, I was drunk of her. There was not a reward for her beauty, exclusively, that was a simple recognition of my storming feelings inside, caused by her unique self, a pearl showed to a clumsy miner of precious stones.

She declined, smiling. It sucked me, but I figured out that it was over my control. My unique mission was open myself and being involved in something unique there, hoping that this meeting of two worlds could creat a quantum collapse. And it didn´t happen that time. Here I go again...

Then I returned to the blond before, who already ejected before, and she was waiting for me. We are together, danced, kissed and made out. I thought that that time I had to go straight to SOIng her until carrying her to bed. And I was almost achieving that, after hot words said next to her ear, mixed with pets and massages, while telling her what would happen to us after all, and suggesting that she could take her friends at home first, because I wanted massage her with my special taoistic technique... of course, if she bought me a drink before...

But I wasn´t being genuine. I did not want to be there at all. I could get more. I made great new friend all that nights. There were unique girls around, waiting to be charmed. I was a charismatic, a social pua with a irrestible vibe that could charm men and women. I did not need any wing to be "pua". Neither openers or canned routines. I had charmed dozens of people during the latest Congress, and so many more in all that night clubs in Gramado. And I was right there in that cold night, creating genuine connections. I was a promising charismatic guy.

And then I gave up of the blond girl, to join my friends again, leting that mine that was to me only a semi precious stone, leaving aside a possible sex night to add to my conquests. I decided, otherwise, trying the unknown, the challenge shining around.

And Venus welcomed me with a special star that night, giving me a new opportunity to change my destiny and close a deep interaction that had been discontinued before like an coitus interruptus. Suddenly, I bumped into Morticia, that exotic girl I met the night before, an epiphany sitting next to the bowling, with three more friends, when I was almost leaving the place.

I sit nex to her and I delighted her friends, dancing samba and forró with they all. Again, I almost was distracted with that hot friend, that was giving me lots of signals of interest while our bodies touch each other. But I had learned the lesson. After a few minutes, I stopped the dance with the cute girl and invicted Morticia to dance. I was thirsty of her presence. The crop continued, and the new skilled miner continued to extract from her what I felt was unique, that exotic vibe, her so safe secret inside that made me curious and atracted to that enigma in body.

We danced all night. I felt that delicious scent of her black hair, thick lips and looking at those white skin. And then built my statement of interest in the most natural and consistent as possible, in a way that she could comment how much I was loving and was different for praise it directly. My fear was somohow to lose the rhythm, that a over recognition could erode the whole effect of romance. Her friends were calling her to go away home... And I wouldn´t lose the timing again. No more words, I swoop down on
her lips and we kissed each other for minutes, hours, I don´t know, like we´re floating in the air. Her friends interrupted us and pick up her from me, under funny protests... and I came back to Rio, a lesson in the luggage.

Morticia showed me that I have to gaze the stars, those that warm the heart and make my eyes shine. Whether or not I will reach all them, I am an charismatic astronaut and I will point my rocket toward.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Um garimpeiro na Serra Gaúcha


Isso será um rápido brainstorming, pq to nas Serras Gaúchas e vou encontrar umas gurias pra sair para um tal de Positive. Será q tá bom lá?
Conheci deus e mundo no Congresso. Fiz amigos, e amigas. Saí todos os dias. Conheci mulheres na rua, no congresso, na praça. Conheci amigos paulistas no tal Botequim Santana e no Bill Bar. Conheci uma bela gaúcha e fizemos amor na mesma noite, mas esqueci de pegar o telefone e não posso vê-la de novo, embora queira. Conheci uma gaúcha típíca no botequim Santana, ficamos e depois cantei a amiga indiana... acabei perdendo ambas... ME apaixonei por uma "gaucha" de Igrejinha morena de nome Ge... e ainda não rolou nada, e vou me declarar pra ela... uma pisciana baladeira, linda, corpo lindo e alma ldem... e a amiga dela é demais tb da conta... e tb me enamorei de uma outra gaúcha, que hj estava de Cleópatra e me enlouqueceu... quero vcs... ah ainda quero viver tanto e amar tanto e ser muito mais carismático... mas me divirto e sou feliz assim...
As gaúchas me ligam e vou encontrá-las na igrejinha em Gramado... uma delas me dá mole, mas n faz meu tipo... essa noite promete...
E a noite cumpriu a diversão... encontrei com as gajas e com os novos amigos paulistas que conhecera no boteco Santana há dois dias... e embora a loira estivesse me dando aquele "mole", acabei me enamorando da morena, que por sinal era casada, com seus 21 aninhos, uma gaúcha loira carioquíssima, pois além de morena de corpo escultural, dançava funk deliciosamente. Ficamos juntos a noite toda, com as amigas por perto... mandei um leve SOI, mas acho que o fato de estar com as amigas e a situação não ser muito favorável pra ela não ajudou. Que pena... hoje, no Congresso, fiz mais declarações de interesse sexual, narrando pra ela uma massagem taoista, que começa com a massagem dos pontos energéticos com as mãos, depois com beijos e com a língua, e por fim a conexão final para a troca de energia... ela ficou louca, mas estava voltando pra Porto Alegre hoje. Fiquei triste pela falta de conclusão do romance.
Fiz tantos amigos nesse congresso que os novos amigos comentavam, admirados, de minha sociabilidade. Fiquei feliz por estar no caminho carismático, de ter me tornado naturalmente expansivo e interativo. Fiz amizades, apresentei novos amigos pros amigos, fiz "amigos de infância", charmeei mulheres, homens, senhoras, gatas. As duas meninas que mais encantaram, no entanto, ficaram só no desejo. O que mostra, uma, que lidar com a frustração faz parte, que não dá pra ter tudo. E dois, que quero melhorar muito ainda. Sei que a caminhada é longa, mas o caminho me diverte, já, hoje. Ser pua e carismático foi a melhor coisa que poderia ter me acontecido. Não é algo que faça, é algo que sou.
Ainda tem mais duas noites. Hoje é Bill Bar de novo, festa de encerramento do Congresso, e amanhã o passeio a Bento Gonçalves, Garibaldi e outras cidades da serra gaúcha no circuito da uva e vinho. Amo vinhos. E tem a noite possivelmente em Igrejinha, na terra da minha adorável G.
Que venham as noites, que venha o frio e as gaúchas!

terça-feira, 20 de maio de 2008

PUA é um Garimpeiro / A Natural is a gold miner


Eu e a minha teoria particular de PU. Alguns chamam de nerdês, mas quem liga? Dá para levar a sério as bravatas de um mecânico seguidor de PU enlatada????

Essa linguagem carismática e poética deve ser fruto das "más" influências de caras nerds como Giacomo Girolamo Casanova, Zan e Juggler... Vinicius de Moraes, outro natural... vai saber.? Prefiro ser nerd com eles do que um robô social com os que se acham.

Hoje tive um insight singelo e já comecei a trabalhar a partir dele. É claro que não inventei nada, é só fruto de minhas leituras desses mestres e da minha pequenina experiência na PU. Mas precisava escrever isso logo, hoje, porque me queimava as entranhas.

Atinei que um PUA é nada menos que um garimpeiro. Não é um arqueólogo, como eu dizia antes, que recolhe o velho das pessoas... é um garimpeiro q negocia pedras preciosas, à procura da pérola de grande valor de que falava a parábola cristã.

A missão de um PUA é garimpar pedras preciosas nas MINAS...hehehe com todo trocadilho do mundo. Toda mulher é uma mina que vale a pena escavar pra encontrar nela o ouro e reconhecê-lo. Cuidado que nem tudo que reluz é ouro, n compre gato por lebre!!!!

Então, agora quando saio pra sargear, sou um rei, um negociante rico que quer mais pedras preciosas para minha coleção particular, para minha singela coroa real. Minha missão carismática agora é reconhecer as pepitas de ouro nas pessoas, especialmente mulheres... em todas que encontrar.

Isso abre um caminho totalmente diferente. Uma interação nada mais é que o escavar de uma mina... em busca do que é precioso, único, especial e singular... e honestamente reconhecer isso. Como diz o Juggler, um PUA deve fazer uma mulher ficar aberta o suficiente para expressar o que é único nela, e aproveitar esses momentos para reconhecer e avançar... e aí a química acontece, no lugar da autenticidade, em que ambos podem ser o máximo de si mesmos...

Poético? Irreal? Dou minha coroa por essa aventura errante e carismática... e os que não acreditam nisso podem ler suas rotinas e padrões hipnóticos para aprender a se esconder de si próprios e das pessoas, num jogo de máscaras... Que caiam as máscaras, quero o ouro das essências...

O essencial é invisível aos olhos. (Antonie de Saint Exupery)

Oh let me talk about my personal ideas about natural game. Some call me "nerd" to think this way, but who cares?

This charismatic and poetic language may be the result of "bad" influences of "nerds" like Giacomo Girolamo Casanova, Zan, and Juggler and the so called natural seducers ... I'd rather be like these nerds than a social robot with those who believe so.

Today I had a simple insight and already started working from it. Of course, not invented anything, is only the consequence of reading these masters and my little experience in so called "natural game". But I need to write it soon, today, because it´s burning me inside.

I figured out that being a natural is nothing less than a gold mining. A natural is like a worker of gold mines, that negotiates precious stones, to demand the pearl of great value that spoke the Christian parable.

The mission of a natural is mining precious stones in MINES ... Every woman is a mine that is worth find the unique self inside and recognize it. Beware that not everything that glitters is gold!

So now when go to sarge, I am a king, a rich merchant who wants more precious stones to my particular collection to my real crown. My mission now is to recognize the charismatic nuggets of gold in people, especially women ... in all I see.

This opens an entirely different path. An interaction is nothing more that the digging of a mine ... in search of what is precious, unique, special in a human being ... and honestly admit that. A natural lover should make a woman be open enough to express what is unique in her, and enjoy these moments to recognize and move forward ... and the chemistry is there, in place of authenticity, in which both can be as much of themselves ...

Poetic? Irreal? I give my crown for this gipsy and charismatic adventure ... and those who do not believe it can read that routines and hypnotics patterns to learn to hide from themselves and people in a game of masks ... When the masks fall, so what will you see ?

"The essential is invisible to the eye. (Antonie de Saint Exupery)"

domingo, 11 de maio de 2008

Arqueologia da singularidade


Ao procurar o significado da palavra singularidade, esbarrei com a psicanálise, e com filósofos de quem ouvi falar na faculdade: Guatari, Deleuze, Nietzsche... de uma forma ou de outros, eles propõem, como a psicanálise, a busca da individuação, do sujeito, na construção e aceitação do que é singular e único em si próprio. Li sobre o conceito de singularidade na Física, na gramática e na lógica. Sobre acontecimentos singulares, como episódios que ocorrem uma primeira e única vez. Singular, oposto do plural ou dual. Sinônimo de individual, único, estranho, excepcional, excêntrico.

Enfim, é um círculo que se encontra: comecei com a Psicanálise, fui buscar na pu respostas, volto à Deleuze e aos outros filósofos e psicanalistas. A diferença é que eles são pensadores, e eu um amante, um poeta, um louco, um apaixonado dionisíaco, um sofista. Singular, único... mas não apenas isso... um singular esteta poeta que se tornou arqueólogo da singularidade em si e nos outros... isso para mim é a quintessência do carisma: espantar-me e gozar de encanto ante a singularidade própria e alheia...

Viva o singular!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Missão Carismática - Semanas 6 e 7 - Man at Work



Volta ao trabalho. Cabeça desnorteada com tantos e-mails pra responder, projetos por acabar, reuniões intermináveis. A dissertação se arrasta e o deadline ri para mim desde o fim do mês. Quero poder respirar, mas à noite é quando posso atacar os estudos e correr. Qual a vantagem de estar trabalhando? É estar em uma empresa que é um mundo, onde se esbarra todo dia no elevador com pessoas diferentes, o que se traduz em excelentes oportunidades.

Tomando vacina contra a gripe, flertava com a técnica que me pedia para tirar a camisa para melhor me dar uma picada. Pedi que fosse mais carinhoso comigo, e enquanto fazia caras e bocas ao ser "injuriado", brinquei que iria procurá-la se voltasse a pegar gripe.

Comentários situacionais no elevador, falando o que vinha à cabeça com quem vinha à frente. Com as recepcionistas dos vários andares da minha empresa, comentava algo qe tinha a ver com a situação. Estava feliz por voltar àquele mundo.

Falando com a caixa na saída do restaurante, comentando algo sobre a comida, ou sobre a fila, ou fazendo uma piada, enquanto meu colega de trabalho ria de mim, me chamando de cara de pau...

No metrô, interagi com uma bela colega, que por acaso trabalhava na mesma empresa, e falava da minha primeira semana de volta às férias.

Com outra menina que tinha nascido em Cabo Frio, um bate papo animado que culminou em uma troca de telefones.

Interações em todo lugar, com o simpático taxista falando do amigo que era podre de rico e sozinho, e sobre como era ser casado. Eu falei de meu último namoro, como se conversasse com a minha analista...

Enfim, terminei minha semana 6 e 7 na volta ao trabalho, e agora é preciso avançar... mas vi que a melhor pick up é feita com o material que está ali, na vida real. Que falar na perspectiva de Giacomo é o melhor para se começar.

E ainda quero lidar com as muitas mulheres gatas que há na minha empresa, o que requer um tipo de sedução natural e lenta sutil...

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Rui Chapéu




Ontem fui jogar sinuca com amigos... foi um desastre... eu não acertava uma bola. Se quero apenas brincar e não me incomodo com isso, isso seria apenas mais uma divertida noite chuvosa na Lapa zoando com meus dois amigos Copeland e Louis... De quebra, além das cervejas e do prejuízo no bolso, ainda conheci um novo grupo de meninas num bar e fiz amizade com um cara e sua hot girlfriend, que iam para um show de reggae.

Mas aquilo da sinuca me fez pensar que eu deveria jogar mais vezes para me sair melhor nesse jogo. Se todo santo dia eu saísse para jogar sinuca, e treinasse com caras bons, e tivesse bons exemplos para me mirar, como o do Rui Chapéu. Acima de tudo, era diversão.

Mas percebi a metáfora por trás da sinuca. Não estou preocupado com a performance na sinuca, embora fosse bom treinar mais para, pelo menos, não fazer feio. Assim como, na sinuca, para ser um Rui Chapéu seria preciso treinar e errar e insistir dia após dia, era de outra arte que se tratava: a carismática. Uma arte mais complexa e intuitiva, porque envolve o ser mais complexo e esquisito e divertido e louco que já existiu: minha gata Vênus. Heheh Just kidding.

Não se trata meramente de "picking up woman", senhores. É claro que quero ser o maior sedutor da história. Miro-me em caras como Giacomo Girolamo Casanova, Errow Flyn, Juggler, Zan. Mas percebi que para ser o maior sedutor de mulheres, preciso me tornar o maior sedutor de pessoas que puder. Um Gandhi. Um Cristo. Um Martin Luther King.

O que se trata, senhores, é: quero me tornar o cara mais carismático que eu puder. Não estou falando apenas de mulheres (o motivo subjacente), mas um cara mais sociável e humano com todos, artista exímio na habilidade de fazer conexões reais e memoráveis com as pessoas. As mulheres são a recompensa, a consequência. Mirar nelas é errar o alvo. Devo mirar a humanidade inteira.

Mas por que isso numa mesa de sinuca? Porque olhando todas as mesas de sinuca ao redor, percebi que não se trata de novos skills de PU. Não poderia me aproximar das gatas nos grupos dos outros caras simplesmente "amogando" os caras. Eram amigos, estavam se divertindo, e os grupos eram fechados. Como encantar esses grupos, entrar neles e fazer conexões reais, para, só depois, atrair uma mulher? Sei que o Mystery fala muito de psicologia dos grupos, mas não me imagino mais (e como fazia isso a pouco tempo) abrindo grupos como um showman egocêntrico, tentando captar-lhes a atenção com um número.

Não quero ser bom com pessoas. Quero ser o melhor. E para isso, assim como para me tornar um rui chapéu da sinuca, é preciso talento, arte e técnica. Fora o talento, que graças a Deus ele me deu, senão de sobra, pelo menos em uma dose razoável, quero treinar esta arte e técnica para me tornar o rui chapéu das artes carismáticas.

Tenho um amigo carismático que nunca fez força pra isso. Ele é um dos caras mais agradáveis que conheço. Há muito tempo, além de um grande amigo e irmão, ele se tornou para mim uma espécie de referência. Ele fala com as meninas mais feias, fala com todos como se fosse um político. Está no segundo milhar de orkut, e parece que as pessoas que querem adicioná-lo todo santo dia.

Ele não é especialmente bonito. Tampouco é rico. O que faz as pessoas quererem ficar ao lado dele? Será o bom humor, o jeito meio gaiato, a forma de colocar todo mundo para cima e não falar mal de ninguém? O jeito franco e cativante, a atitude amiga de quem já me veio socorrer no meio da noite com um macaco para consertar o meu pneu furado? Ao mesmo tempo, uma cara de pau de se ficar boquiaberto com as mulheres, ao mesmo tempo em que fala com todas, meninas feias e belas, sem distinção, mas é visto com as mais gatas. A sua fama corre entre elas, que se encarregam, elas mesmas, de fazer publicidade de seu carisma e habilidades.

Ele é um carismático, sem nunca ter se esforçado. E eu me tornarei o maior artista carismático que puder ser, simplesmente fazendo como na sinuca: treinando diariamente. Minha única resolução nesse sentido é: todo dia, sempre que puder, minha meta será interagir com o maior número de pessoas que puder, sejam elas quem forem, crianças, mulheres, homens, jovens, idosos, barangas, lindas, travecos, gente. Onde estiver, sempre que estiver.

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